ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:13.779-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Saúde Publica e Controle de Zoonoses / Fiscalização Sanitária e Ambiental</b><p align=justify><strong>PERFIL ZOONÓTICO DE MORCEGOS DA CIDADE DE SÃO PAULO, BRASIL.</strong></p><p align=justify><b><u>Marilene Fernandes de Almeida </u></b> (<i>CCZ/SP</i>); <b>Elisa San Martin Mouriz Savani </b> (<i>CCZ/SP</i>); <b>Luzia F. Alves Martorelli </b> (<i>CCZ/SP</i>); <b>Sandra R. Nicoletti D'auria </b> (<i>CCZ/SP</i>); <b>Maria Adelaide G. Dias </b> (<i>CCZ/SP</i>); <b>Ana Paula de Arruda G. Kataoka </b> (<i>CCZ/SP</i>); <b>José Trezza Netto </b> (<i>CCZ/SP</i>); <b>Maria Cecília G. O. Camargo </b> (<i>CCZ/SP</i>); <b>Miriam M. Sodre Silva </b> (<i>CCZ/SP</i>); <b>Debora Regina V. Sacramento </b> (<i>Genomic</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>Resumo Existem 1.198 espécies de morcegos no mundo, sendo que 167 delas são encontradas no Brasil. É um animal de relevante papel ecológico como agente controlador da população de insetos noturnos (morcegos insetívoros) e excelente polinizador (morcegos fitófagos), embora seja, também, reservatório de algumas zoonoses, sendo a raiva e a histoplasmose as mais conhecidas. Com a identificação de um número cada vez maior de morcegos com raiva e histoplasmose no município de São Paulo, a polêmica sobre o risco do convívio dos morcegos com humanos, cresce e surge a necessidade de estudos que esclareçam o papel desses animais no ciclo epidemiológico das zoonoses mais comuns em área urbana. Esse projeto se propõe a estudar o potencial zoonótico dos morcegos do Município de São Paulo, recebidos ou capturados pelo Centro de Controle de Zoonoses da Prefeitura de São Paulo, no período de abril a dezembro de 2007. Foram realizados diagnósticos de raiva, histoplasmose, leptospirose, criptococose e ricketsioses em 340 morcegos. Paralelamente, foi feita a identificação da espécie e registrados dados morfológicos e biológicos tais como sexo, faixa etária, estágio reprodutivo, entre outros. Dos 340 morcegos, 160 pertenciam à Família Molossidae, morcegos insetívoros, 147 à Família Phyllostomidae, morcegos nectarívoros ou frugívoros e 33 à Família Vespertilionidae, morcegos insetívoros. Catorze se apresentaram positivos para H. capsulatum, todos insetívoros da família Molossidae, nenhum para C. neoformans, dois para raiva, ambos insetívoros (um Nictinomops macrotis e um Tadarida brasiliensis), um morcego frugívoro Artibeus lituratus para leptospirose e 37 soros reagentes para riquetsioses. Somente com estudos que esclareçam o potencial zoonótico desses animais em área urbana é que se pode estabelecer medidas preventivas e/ou de controle de zoonoses, bem como transmitir informações que orientem a população a conviver de maneira harmoniosa com as populações destes animais. </font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>