ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:01.776-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Bovinos e Bubalinos: Produção, Reprodução, Clínica e Cirurgia</b><p align=justify><strong>PARÂMETROS FISIOLÓGICOS DE UM REBANHO DE BOVINOS DA RAÇA HOLANDESA CRIADO NO SEMI-ÁRIDO BRASILEIRO</strong></p><p align=justify><b><u>Luiz Mauricio Cavalcante Salviano </u></b> (<i>Universidade Federal do Vale do São Francisco - UNIVASF</i>); <b>Claudia Luiza Paes Barreto Villaça </b> (<i>UNIVASF</i>); <b>Carlos Vinisius Silva Vilas Boas </b> (<i>UNIVASF</i>); <b>Sandra Lucia Silva Tavares </b> (<i>UNIVASF</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>Resumo Este trabalho teve o objetivo de avaliar as variáveis climáticas em Petrolina-PE, no semi-árido brasileiro, e o efeito destas sobre os parâmetros fisiológicos de diversas categorias de um rebanho de gado holandês (bezerra, novilha e vaca) mantido em condições de estabulação permanente, nos turnos da manhã e tarde. As médias de Temperatura do ar (TAR), umidade relativa do ar (UR) e pressão atmosférica (PRESS) nos turnos da manhã e tarde, respectivamente, foram: 22,59 e 31,72 oC; 72,07 e 32,77%; 570,45 e 566,27 mmHg. A temperatura média de 27,16 oC está bem acima do limite crítico para vacas de leite em climas subtropical. Os valores médios de temperatura retal (TR), freqüência respiratória (FR) e batimentos cardíacos (BC), nos turnos da manhã e tarde para as respectivas categorias foram: Bezerras: 38,48 e 39,00 oC; 45,67 e 52,04 respirações/minuto; 77,69 e 86,31 batimentos/minuto; Novilhas: 38,23 e 38,73 oC; 39,08 e 43,51 respirações /minuto; 63,33 e 70,30 batimentos/minuto; Vacas: 38,12 e 38,74 oC; 35,45 e 41,37 respirações/minuto; 61,10 e 67,91 batimentos/minuto. TR, FR e BC no turno da tarde foram bem superiores (p<0,01) ao da manhã, para as três categorias de animais. Indicando que os animais estavam procurando se adaptar às mudanças climáticas. Também, TR, FR e BC foram sempre mais elevados nos animais mais jovens (P<0,01). TR e FR mantiveram-se dentro da zona de conforto de bovinos. </font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>