ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:08.774-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Sanidade Animal e Políticas Sanitárias</b><p align=justify><strong>APLICAÇÃO DO TESTE DE ELISA PARA PESQUISA DE ANTICORPOS ANTI M. PARATUBERCULOSIS EM UM REBANHO BOVINO LEITEIRO, DO ESTADO DE SÃO PAULO, SOB MONITORAMENTO SANITÁRIO</strong></p><p align=justify><b><u>Cristina Corsi Dib </u></b> (<i>INSTITUTO DE ZOOTECNIA</i>); <b>Claudia Del Fava </b> (<i>INSTITUTO BIOLOGICO</i>); <b>Lucia Baldassi </b> (<i>INSTITUTO BIOLOGICO</i>); <b>Juliana Rodrigues Pozzi Arcaro </b> (<i>INSTITUTO DE ZOOTECNIA</i>); <b>Claudia Rodrigues Pozzi </b> (<i>INSTITUTO DE ZOOTECNIA</i>); <b>Eliana Roxo </b> (<i>INSTITUTO BIOLOGICO</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2> Amostras de soro sanguíneo, colhidas com a finalidade de realizar exames de monitoramento para Brucelose, de um rebanho bovino leiteiro, localizado no Estado de São Paulo, livre de Tuberculose bovina e sem sintomatologia clínica da Doença de Johne, mas com grande ocorrência de reações inespecíficas ao teste de tuberculina, foram utilizadas para averiguar a ocorrência de anticorpos anti-M. paratuberculosis por meio de um ensaio imunoenzimático (ELISA). O rebanho é monitorado semestralmente e as 75 amostras utilizadas, provenientes de 36 animais, foram obtidas nos meses de agosto de 2004, fevereiro de 2005 e março de 2006. Comparando-se os resultados obtidos nos testes de ELISA com os resultados do Teste cervical comparativo (TCC), recomendado pelo Programa Nacional de Controle e Erradicação da Brucelose e Tuberculose, e realizado na mesma ocasião de coleta das amostras de soro, observou-se uma tendência de variação entre ambos (r=0,2304) significante (p=0,0467), porém não assumiu variação linear. Assim, pareceu haver uma correlação entre a infecção por micobactérias ambientais, avaliada pela resposta ao PPD Aviário e a detecção de anticorpos anti-M. paratuberculosis nos animais analisados, contudo o ponto de corte da reação estabelecida pelos protocolos de teste permitiu avaliar a especificidade do teste de ELISA em 97% (grau de confiança de 95%). </font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>