ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:14.770-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Suínos</b><p align=justify><strong>ESTUDO DO MYCOBACTERIUM AVIUM DO COMPLEXO MAIS NA SUINOCULTURA</strong></p><p align=justify><b><u>Nicole Barros dos Santos </u></b> (<i>Universidade Federal de Uberlândia</i>); <b>Marcia Carolina Otoni Resende </b> (<i>Universidade Federal de Uberlândia</i>); <b>Juliana Roland Teixeira </b> (<i>Universidade Federal de Uberlândia</i>); <b>Adriana Nogueira Martins </b> (<i>Universidade Federal de Uberlândia</i>); <b>Patricia Alves Teixeira </b> (<i>Universidade Federal de Uberlândia</i>); <b>Diego Fernando de Ávila </b> (<i>Universidade Federal de Uberlândia</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>Em suínos o Mycobacterium avium do complexo MAIS (Mycobacterium avium intracellulare scrofylacium) é o principal agente de lesões de linfadenite granulomatosas, estima-se que no sul do Brasil o M. avium é responsável por 96,4% das ocorrências de micobacterioses. A linfadenite granulomatosa é uma doença de evolução crônica que se destaca pelas perdas econômicas que provoca, que ocorrem devido às condenações das carcaças por apresentarem lesões granulomatosas nos linfonodos e pelo seu potencial zoonótico. O impacto econômico médio da linfadenite para os produtores de suínos da Região Sul do Brasil foi de: 1,5 milhões de reais em 1997; 4,3 milhões de reais em 1998 e 6,90 milhões de reais em 1999. Para cada 0,1% de aumento na freqüência de condenações de suínos por linfadenite na Região Sul do Brasil, os produtores deixaram de receber em média: 201 mil reais em 1997; 531 mil reais em 1998 e 834 mil reais em 1999. Diversas são as possibilidades de fontes de infecção micobacteriana para o suíno. Entre as mais freqüentemente mencionadas na literatura estão: água de beber, solo e ração contaminados, contato com outras espécies animais infectados, aves domésticas e silvestres, roedores, material de cama (serragem e maravalha) contaminado e o próprio suíno. Entre as fontes acima mencionadas, o próprio suíno infectado como fonte de infecção para os demais da criação merece destaque especial, pois foi demonstrado que suínos infectados eliminam micobactérias pelas fezes e urina, com maior intensidade entre 35 a 42 dias após a infecção. </font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>