ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:09.761-2</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Pequenos Animais: Clínica e Cirurgia</b><p align=justify><strong>AVALIAÇÃO HEMATOLÓGICA EM GATOS TRATADOS COM PREDNISOLONA </strong></p><p align=justify><b><u>Adrienne Lanis </u></b> (<i>VetlabES</i>); <b>Bernardo Fernandes Lopes </b> (<i>Dianopet</i>); <b>Fabiano Costa Sellos </b> (<i>UFES</i>); <b>Jessica Nascimento Monteiro </b> (<i>UFES</i>); <b>Warley Santos </b> (<i>UFES</i>); <b>Daniel Oliveira </b> (<i>UFES</i>); <b>Daniel Borlini </b> (<i>UFES</i>); <b>Lorena Vescovi </b> (<i>Centro Universitário Vila Velha</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>O tratamento com glicocorticóides tem excelentes resultados como antiinfalmatório e em terapias imunossupressoras. Em cães, o uso desse medicamento com freqüência resulta em hiperadrenocorticismo iatrogênico e graves efeitos colaterais, enquanto nos gatos há poucos relatos desse tipo de conseqüência. Acredita-se que isso ocorra por uma maior resistência desta espécie aos efeitos adversos de glicocorticóide exógeno. As diferenças entre cães e gatos em uso da medicação também são observadas no acompanhamento dos exames laboratoriais hematológicos. Existem muitas divergências na literatura em relação aos achados laboratoriais de gatos submetidos a este tipo de tratamento, por isso torna-se necessário esclarecer as diferenças observadas entre essas espécies durante a terapia com tal medicação. Esse trabalho relata as alterações hematológicas após 14 dias de uso de glicocorticóide em gatos e pôde-se observar grandes disparidades quando comparado aos relatos de acompanhamento hematológico em cães. Ao contrário do que é comumente relatado em cães, a anemia e o desenvolvimento do leucograma de estresse não foram achados laboratoriais observados em conseqüência ao uso de glicocorticóides em gatos. Os resultados desse trabalho ressaltam a importância da diferenciação dos achados laboratoriais entre as duas espécies, já que as alterações esperadas em cães submetidos à terapia com corticóides pode significar, nos gatos, alguma alteração fisiológica. </font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>