ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:03.760-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Pequenos Ruminantes e Camelídeos Sul-Americanos: Produção, Reprodução, Clínica e Cirurgia</b><p align=justify><strong>PRODUÇÃO DE LEITE DE OVINOS DA RAÇA CORRIEDALE, RELACIONADO COM O TEMPO DE PERMANÊNCIA NA ORDENHA E COM TEMPO DE ORDENHA </strong></p><p align=justify><b><u>Raquel Klumb Arnonii </u></b> (<i>UFPel</i>); <b>Mariateresa Moreira Osório </b> (<i>UFPel</i>); <b>José Carlos da Silveira Osório </b> (<i>UFPel</i>); <b>Julcemar Dias Kessler </b> (<i>UFPel</i>); <b>Jorgea Pradieé </b> (<i>UFPel</i>); <b>Michelle da Silva Gonçalves </b> (<i>UFPel</i>); <b>Marcele Souza Vilanova </b> (<i>UFPel</i>); <b>Roger Marlon Gomes Esteves </b> (<i>UFPel</i>); <b>Otoniel Gueter Ferreira </b> (<i>UFPel</i>); <b>Gladis Correa </b> (<i>UNIPAMPA</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>Objetivando avaliar a produção leiteira de ovelhas Corriedale, tempo de permanência na ordenha e tempo de ordenha, foram ordenhadas mecanicamente 24 ovelhas da raça Corriedale, a partir da terceira semana de lactação e com idades entre 5 e 8 anos. Estes animais foram divididos em três tratamentos (lotes), relacionado ao tipo de alimentação. As ovelhas eram separadas dos cordeiros 12 horas antes do início da ordenha, com intuito de impossibilitar a mamada. Foi avaliado o tempo de permanência de ordenha (TPO), começando a ser considerado a partir do momento da entrada da ovelha no box de ordenha até a saída do animal; tempo de ordenha, sendo considerado o início na colocação das teteiras e fim na retirada destas. Também foi avaliado o consume de ração das ovelhas. A produção leiteira foi medida em peso. Houve diferença significativa de produção leiteira entre os grupos (P<0.05). Observou-se um maior consumo nas ovelhas que recebiam extrato etéreo de melhor qualidade. Nas curvas de tendência, constatou-se uma similaridade entre a curva relacionada ao tempo de ordenha com a curva referente ao tempo de permanência na ordenha. Conclui-se que a produção de leite das ovelhas diferiu entre os lotes conforme a alimentação. O lote que recebia maior porcentagem de óleo na ração produziu mais leite que os outros lotes. O Tempo de permanência na ordenha apresentou diferença significativa entre os lotes, porém o Tempo de ordenha se mostrou estatisticamente igual a todos os lotes. Vários fatores como produção leiteira e manejo pré-ordenha podem influenciar no tempo de ordenha e tempo de permanência na ordenha. </font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>