ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:09.757-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Pequenos Animais: Clínica e Cirurgia</b><p align=justify><strong>HIPOPLASIA RENAL BILATERAL EM CADELA</strong></p><p align=justify><b><u>Tábata Maués </u></b> (<i>Universidade Federal Fluminense</i>); <b>Marcela F. V. de Mello </b> (<i>Universidade Federal Fluminense</i>); <b>Juliana S. Leite </b> (<i>Universidade Federal Fluminense</i>); <b>Fernanda M. G. Marins </b> (<i>Universidade Federal Fluminense</i>); <b>Ana M. R. Ferreira </b> (<i>Universidade Federal Fluminense</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>A hipoplasia renal é uma anomalia congênita, na qual há desenvolvimento incompleto do rim. Este apresenta quantidade reduzida de néfrons, lóbulos e cálices. Trata-se de uma doença rara, que pode ser uni ou bilateral. A doença é descrita em animais recém nascidos e jovens. Porém, rins encolhidos e com marcas deprimidas na superfície, particularmente em caninos jovens, são freqüentemente diagnosticados como hipoplásicos, embora, na maioria dos casos, trate-se de fibrose renal, nefropatia juvenil progressiva ou displasia. O objetivo deste trabalho é relatar um caso clínico de hipoplasia renal bilateral em uma cadela. Paciente da espécie canina, fêmea, SRD, de 1 ano e 6 meses foi trazida à clínica com suspeita de pielonefrite e nefrite. A cadela veio a óbito e prosseguiu-se a necropsia e a análise histopatológica. O exame microscópico dos rins comprovou número bastante reduzido de glomérulos e atrofia de glomérulos ora associado à dilatação do espaço de Bowman ora não. Alguns túbulos apresentavam dilatação da luz com conteúdo eosinofílico e células de revestimento achatadas; outros demonstravam luz bastante reduzida e outros ainda apresentavam células tubulares em degeneração. Além disso, observou-se uma variedade de alterações em outros órgãos, que podem ser atribuídas a complicações da doença decorrentes da uremia. Quando os critérios corretos para diagnóstico da hipoplasia renal são utilizados, constata-se que a ocorrência da doença é rara em cães e gatos. A determinação precisa da incidência da hipoplasia é complicada devido às lesões renais adquiridas que causam redução da massa renal. A hipoplasia renal bilateral desencadeia insuficiência renal crônica e, conseqüentemente, falência renal, o que foi observado no caso aqui apresentado já que o animal demonstrou sinais clínicos e achados histopatológicos compatíveis com a síndrome urêmica. A progressão da insuficiência renal crônica geralmente dificulta ou impede o diagnóstico da hipoplasia, já que complicações secundárias desenvolvem-se. A paciente apresentava uma série de alterações em conseqüência da doença confirmadas à análise microscópica. Desta forma, o exame histopatológico revelou-se fundamental no diagnóstico diferencial da hipoplasia renal, considerando-se que os sinais e sintomas apresentados são diversos e inespecíficos, podendo ser atribuídos a outras afecções renais. </font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>