ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:05.756-2</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Parasitologia</b><p align=justify><strong>ASPECTOS EPIDEMIOLÓGICOS DAS HELMINTOSES GASTRINTESTINAIS EM OVINOS DAS REGIÕES CENTRO E OESTE DO RIO GRANDE DO SUL, BRASIL</strong></p><p align=justify><b><u>Alfredo Skrebsky Cezar </u></b> (<i>UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA</i>); <b>Fernanda Silveira Flôres Vogel </b> (<i>UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA</i>); <b>Luís Antônio Sangioni </b> (<i>UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>As infecções helmínticas causam grandes prejuízos econômicos à ovinocultura ao redor do mundo. A resistência parasitária aos anti-helmínticos está disseminada nos rebanhos ovinos, e dificulta o controle dessas parasitoses pelo produtor. Para alcançar maiores níveis de produtividade, muitas vezes é necessário intensificar-se a produção. Porém, com isso agravam-se os problemas sanitários do rebanho, inclusive os de cunho parasitário, devido a tendência de aumento da população parasitária, estabelecida no ambiente e nos hospedeiros susceptíveis, uma vez que o contato parasita/hospedeiro é facilitado, proporcionando que mais parasitas completem seu ciclo biológico. Os programas estratégicos ou integrados de controle antiparasitário dependem de um adequado embasamento epidemiológico para serem efetivos, e para que se retarde a seleção de parasitas resistentes aos fármacos utilizados nos tratamentos. A epidemiologia das helmintoses não se apresenta de forma estática, e pode ser alterada por inúmeros fatores do ambiente e das populações de hospedeiros susceptíveis e de parasitas que ocorrem, concomitantemente, em determinado tempo e local. Por isso, investigações epidemiológicas de caráter regional são essenciais para a adaptação dos programas de controle antiparasitário à realidade de cada rebanho. Neste trabalho, apresentam-se e discutem-se resultados de um levantamento epidemiológico da fauna helmintológica estabelecida em ovinos alocados em dez municípios das regiões Centro e Oeste do Estado do Rio Grande do Sul, Brasil, através de análise parasitológica de amostras de fezes ovinas encaminhadas ao Laboratório de Doenças Parasitárias (LADOPAR), da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), no período entre janeiro de 2007 e maio de 2008. A partir dos resultados obtidos aqui, constataram-se altas médias de OPG nos ovinos examnados, confirmando que, apesar dos avanços que têm sido alcançados, na busca de soluções para o controle das endoparasitoses ovinas, as infecções gastrintestinais por helmintos e protozoários ainda acometem largamente os rebanhos da região-alvo deste estudo. Os nematódeos dos gêneros Haemonchus, Trichostrongylus, Cooperia, Ostertagia, Chabertia e Strongyloides foram os mais prevalentes na população ovina pesquisada. Desses, destacam-se Haemonchus, Trichostrongylus e Cooperia, com maiores taxas médias de larvas infectantes recuperadas das coproculturas. Nematódeos da superfamília Strongyloidea estão envolvidos na grande maioria das infecções, aparecendo, em muitos casos, em infecções mistas com outros helmintos e/ou com protozoários. Percebe-se ainda, que assim como na maioria dos rebanhos ovinos ao redor do mundo, a haemoncose constitui-se no principal obstáculo a ser superado, em termos de helmintoses, no rebanho estudado. O controle dessas infecções é essencial para melhorar a produtividade do rebanho ovino em questão, e mais estudos epidemiológicos podem ser de grande valia para o alcance desse objetivo.</font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>