ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:05.756-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Parasitologia</b><p align=justify><strong>PRINCIPAIS GÊNEROS DE NEMATÓDEOS GASTRINTESTINAIS EM BOVINOS DA REGIÃO CENTRO DO RIO GRANDE DO SUL, BRASIL</strong></p><p align=justify><b><u>Alfredo Skrebsky Cezar </u></b> (<i>UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA</i>); <b>Fernanda Silveira Flôres Vogel </b> (<i>UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA</i>); <b>Luís Antônio Sangioni </b> (<i>UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>O conhecimento epidemiológico tem vital importância no controle das helmintoses em bovinos, servindo como base para programas de controle estratégico. Estudos epidemiológicos acerca das infecções helmínticas em bovinos no Rio Grande do Sul não têm sido freqüentes, e dados referentes à região Centro do Estado são escassos. No entanto, não se pode negligenciar a contribuição decisiva desses estudos para o adequado controle das helmintoses. Este trabalho apresenta dados da análise de 1028 amostras fecais de bovinos, alocados na região central do Rio Grande do Sul, Brasil, no período de maio de 2007 a abril de 2008. Os bovinos de leite apresentaram média de 677 ovos por grama de fezes (OPG), que foi superior à média de 194 OPG dos bovinos de corte. A prevalência de infecção por Strongyloidea foi de 50,6% para os bovinos de corte, e de 74,4% para os bovinos de leite. Detectaram-se, ainda, ovos de outros helmintos, em baixas prevalências, nos exames de OPG, os quais foram: cestódeos do gênero Moniezia sp.; e nematódeos da superfamília Rhabdiasoidea e do gênero Trichuris. Embora o método não fosse específico para a pesquisa de ovos de trematódeos, ovos de Fasciola apareceram em baixa freqüência. Protozoários do gênero Eimeria tiveram 22,9% de prevalência. Cooperia, Haemonchus, Trichostrongylus, Ostertagia e Oesophagostomum foram os gêneros mais prevalentes. As maiores taxas médias de infecção foram por Cooperia, Haemonchus e Trichostrongylus nos bovinos em geral, além de Chabertia em bovinos de leite. Identificaram-se infecções múltiplas pelos gêneros da superfamília Strongyloidea em todas as amostras submetidas às coproculturas, com presença de dois a seis gêneros de parasitas, concomitantemente. Houve aumento da haemoncose bovina na região em comparação com estudos anteriores. As diferenças encontradas no padrão epidemiológico das nematodíases podem estar relacionadas a mudanças nas práticas de manejo e controle antiparasitário aplicadas no rebanho bovino nesta região.</font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>