ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:12.755-2</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Biotecnologia</b><p align=justify><strong>AVALIAÇÃO DE LIPROPROTEINAS RECOMBINANTES DE LEPTOSPIRA INTERROGANS SOROVAR COPENHAGENI COMO VACINA DE SUBUNIDADE EM HAMSTERS</strong></p><p align=justify><b><u>Danieli Maria Hartmann </u></b> (<i>Universidade Federal de Pelotas</i>); <b>Éverton Fagonde da Silva </b> (<i>Universidade Federal de Pelotas</i>); <b>Samuel Rodrigues Félix </b> (<i>Universidade Federal de Pelotas</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>A Leptospirose é uma doença bacteriana que afeta os seres humanos e os animais [1]. O número de casos humanos e em animais no mundo não é bem documentado, considerando-se atualmente a leptospirose como uma doença bacteriana tropical negligenciada [2]. As vacinas atuais disponíveis contra a leptospirose são direcionadas principalmente ao LPS das leptospiras. Entretanto, já foram descritos mais de 230 sorovares, que evidenciam diferenças antigênicas entre si, e limitando assim a proteção cruzada e de longa duração [3]. A identificação dos alvos novos expressos durante a infecção é importante para o desenvolvimento de novas estratégias para a imunoproteção [4]. Nos últimos anos, proteínas recombinantes demonstraram o seu potencial protetor contra outras doenças em modelos animais [5,6,7]. Proteínas de membrana externa (OMPs) de leptospiras como OmpL1, LipL41, LipL32, e Leptospiral immunoglobulin-Like proteína A (LigA) foram avaliados como os candidatos vacinais potenciais [8,9,10,11]. Recentemente, nosso grupo demonstrou que a imunização de hamsters com um fragmento de LigA [12] e com BCG expressando LipL32 [13], podem constituir em estratégias potenciais na intervenção da leptospirose. Em nosso presente estudo, quatro lipoproteínas recombinantes foram selecionas e avaliadas de forma preliminar, em um experimento piloto, como candidatas a uma vacina de subunidade contra a leptospirose. Nossos achados revelaram que um das lipoproteínas recombinantes induziu um nível de proteção significativo em hamsters contra o desafio letal com leptospiras virulentas. </font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>