ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:09.754-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Pequenos Animais: Clínica e Cirurgia</b><p align=justify><strong>DIAGNÓSTICO DE MIOSITE DOS MÚSCULOS MASTIGATÓRIOS EM UM CANINO  RELATO DE CASO</strong></p><p align=justify><b><u>Ana Paula Wickert </u></b> (<i>graduanda - ULBRA</i>); <b>Lusiane Petry dos Santos </b> (<i>Médica Veterinária Residente HV - ULBRA</i>); <b>João Sérgio Azevedo </b> (<i>HV - ULBRA</i>); <b>Simone Thomé </b> (<i>HV - ULBRA</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>A miosite dos músculos mastigatórios (MMM) é um distúrbio neuromuscular adquirido auto-imune também denominada de miosite eosinofílica e miosite atrófica. É um distúrbio inflamatório focal que afeta primaria ou exclusivamente os músculos da mastigação dos caninos. Acomete cães adultos, de raças grandes, cães de meia-idade, não havendo predileção sexual aparente. Não há relato deste distúrbio em felinos. O diagnóstico é baseado nos achados clínicos como disfagia e dificuldade de abertura bucal, mesmo com animal em plano anestésico, achados laboratoriais como alteração nos níveis séricos de CK, leucocitose neutrofílica e ocasionalmente eosinofilia e também nos achados histopatológicos de biópsia do músculo afetado. A terapia para a doença é à base de glicocorticóide na dose de 1-2 mg/kg VO, a cada 12 horas, até que a função mandibular e os níveis séricos de CK retornem ao normal. Para aqueles casos em que não há resposta ao corticóide ou recidivam quando há redução na dose do corticóide, opta-se pelo uso de azatioprina. O prognóstico é bom quando a doença é identificada e tratada durante a sua fase aguda. O presente trabalho relata um caso de miosite dos músculos mastigatórios, diagnosticado e tratado no HV-ULBRA, em um canino, fêmea, rottweiller, 7 anos de idade, no qual o prognóstico foi favorável. Palavras-chaves: cão, diagnóstico, miosite dos músculos mastigatórios, tratamento. </font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>