ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:09.747-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Pequenos Animais: Clínica e Cirurgia</b><p align=justify><strong>AVALIAÇÃO DO BLOQUEIO NEUROMUSCULAR PROMOVIDO PELO ROCURÔNIO E SEUS EFEITOS HEMODINÂMICOS EM UM CÃO SUBMETIDO À FACECTOMIA</strong></p><p align=justify><b>Ruben Lundgren Cavalcanti </b> (<i>Universidade Federal do Rio Grande do Sul</i>); <b>Angélica Saflate </b> (<i>Universidade de São Paulo</i>); <b>Claudio Corrêa Natalini </b> (<i>Universidade Federal do Rio Grande do Sul</i>); <b>Nadia Crosignani </b> (<i>Universidade Federal do Rio Grande do Sul</i>); <b>Luciana Branquinho Queiroga </b> (<i>Universidade Federal do Rio Grande do Sul</i>); <b>Alexandre da Silva Polydoro </b> (<i>Universidade Federal do Rio Grande do Sul</i>); <b><u>Priscila Serpa </u></b> (<i>Universidade Federal do Rio Grande do Sul</i>); <b>Bruna Favieiro Pellin de Molnar </b> (<i>Universidade Federal do Rio Grande do Sul</i>); <b>Rodrigo Gonçalves Schallenberger </b> (<i>Universidade Federal do Rio Grande do Sul</i>); <b>Pedro Galant </b> (<i>Universidade Federal do Rio Grande do Sul</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>Atualmente, o uso de bloqueadores neuromusculares (BNMs) em anestesiologia veterinária vêm ganhando espaço como parte de uma anestesia dita balanceada. Eles têm papel imprescindível na obtenção de relaxamento muscular sem os inconvenientes do aprofundamento do plano anestésico. Cirurgias oftálmicas, como a facectomia extracapsular (FEC), requerem a utilização de BNMs, pois têm a necessidade da centralização do globo ocular, promovido pelo relaxamento da musculatura extra-ocular, bem como da total imobilidade do campo operatório. Um novo agente que vem sendo empregado em grandes centros é o brometo de rocurônio que não apresenta efeitos colaterais importantes sobre o sistema cardiovascular e possui o mais rápido início de ação de todos os BNMs não-competitivos. Em cães, é utilizado pela via intravenosa (IV) nas doses de 0,3 a 0,6 mg.kg-1. A recuperação do efeito dos BNMs pode ser obtida pela administração de anticolinesterásicos como a neostigmina que atua como antagonista farmacológica. O presente resumo relata o uso e a avaliação do bloqueio neuromuscular promovido pelo rocurônio na dose de 0,7 mg.kg-1, IV, em um cão submetido à FEC, além de avaliar a reversão estabelecida pela neostigmina ao bloqueio neuromuscular. Os parâmetros cardiovasculares transoperatórios foram avaliados com monitor de eletrocardiografia, oximetria de pulso e pressão arterial (média, sistólica e diastólica) não-invasiva pelo método oscilométrico. Para avaliação do bloqueio neuromuscular, foi utilizado estimulador de nervo periférico baseado na acelerometria - TOF WATCH S®. A dose de 0,7 mg.kg-1 IV de rocurônio possibilitou o bloqueio neuromuscular do bulbo ocular, sendo adequada para a realização de FEC sem necessidade de doses suplementares desse agente ou ocorrência de curarização excessiva. Não ocorreram alterações significativas nos parâmetros cardiovasculares e a monitorização do bloqueio neuromuscular mostrou ser de grande valia, pois evitou os movimentos respiratórios conflitantes entre o paciente e a ventilação assistida. O antagonismo promovido pela neostigmina foi efetivo e acelerou sobremaneira o tempo de recuperação do bloqueio. </font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>