ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:04.740-3</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Microbiologia</b><p align=justify><strong>RESULTADOS PRELIMINARES DA BACTERIOLOGIA DE DOCE DE LEITE PASTOSO COMERCIALIZADO EM TERESINA, PI</strong></p><p align=justify><b><u>Pollyanna Lima de Castro </u></b> (<i>universidade federal do piaui</i>); <b>Camilla Oliveira Brandão </b> (<i>universidade federal do piaui</i>); <b>Daniel Irineu Brandão Leal </b> (<i>universidade federal do piaui</i>); <b>Débora Samara Sousa Costa </b> (<i>universidade federal do piaui</i>); <b>Íris da Silva Oliveira </b> (<i>universidade federal do piaui</i>); <b>Tarcisio Paiva do Nascimento Morais </b> (<i>universidade federal do piaui</i>); <b>Maria Christina Sanches Muratori </b> (<i>universidade federal do piaui</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>O doce de leite é um produto resultante da cocção de leite com açúcar, podendo ser adicionado de outras substâncias alimentícias permitidas, até concentração conveniente e parcial caramelização. É necessário todo um cuidado com o alimento, isto é devido a sua contaminação por microrganismos patogênicos, os quais representam um risco potencial à saúde da população. A embalagem recomendada para doce de leite deve reter a umidade, proteger contra fungos, dificultar a oxidação, ser atraente e de fácil manuseio, ter baixo custo de fabricação e transporte e não transmitir qualquer cor, odor ou sabor estranhos ao produto. O presente trabalho tem por objetivo avaliar a qualidade microbiológica do doce de leite pastoso comercializados em supermercados de Teresina, PI. Primeiramente foi sorteada uma das regiões da cidade e em seguida, foram sorteados três supermercados e lojas de artesanatos para coleta de amostras. As marcas de doce de leite foram anotadas e classificadas como artesanais ou preparados em indústrias sob inspeção. As amostras estão sendo coletadas em um delineamento fatorial 2 x10 (com e sem inspeção e dez repetições). Até a presente data foram analisadas duas amostras de cada tratamento, com previsão de término previsto em outubro de 2008. As análises estão sendo realizadas no Laboratório de Controle Microbiológico de Alimentos pertencente ao Núcleo de Estudos, Pesquisas e Processamento de Alimentos (NUEPPA) da Universidade Federal do Piauí (UFPI). Das quatro amostras analisadas até o momento, apenas uma apresentou coliformes a 37 e a 45ºC com formação de gás nas 48h. Nas amostras analisadas verificou-se desenvolvimento de fungos e leveduras. Embora sua presença tenha sido constatada abaixo do limite, não significa que a mesma esteja isenta de toxinas, pois muitas micotoxinas podem permanecer viáveis até mesmo na ausência do fungo, sendo assim, não são facilmente degradáveis.As quatro amostras analisadas podem ser consideradas microbiologicamente adequadas para o consumo, comprovando, assim, boas condições higiênicas-sanitárias quando se refere a coliformes.De acordo com os valores encontrados para fungos e leveduras, é importante ter mais atenção quanto à presença desses microrganismos, apesar não fazer referência sobre este microrganismo no produto em questão, pois a sua ausência não significa que o produto esteja isento de toxinas.Não houve diferença nos cuidados de fabricação do doce de leite das quatro amostras estudadas, seja com e sem inspeção. </font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>