ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:04.739-2</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Microbiologia</b><p align=justify><strong>OCORRÊNCIA DE SALMONELLA BRAENDERUP EM ARARA-AZUL-GRANDE (ANODORHYNCHUS HYACINTHINUS) DE VIDA LIVRE DO PANTANAL (MATO GROSSO DO SUL, BRASIL)</strong></p><p align=justify><b>Marcia R. Loiko </b> (<i>Universidade Luterana do Brasil</i>); <b>Fernanda Abilleira </b> (<i>Universidade Luterana do Brasil</i>); <b>Vanessa D. Mottin </b> (<i>Universidade Luterana do Brasil</i>); <b>Neiva Maria Robaldo Guedes </b> (<i>UNIDERP</i>); <b>Daniel T. Passos </b> (<i>Universidade Luterana do Brasil</i>); <b>Sergio Jose Oliveira </b> (<i>Universidade Luterana do Brasil</i>); <b>Tania de Azevedo Weimer </b> (<i>Universidade Luterana do Brasil</i>); <b><u>Mariangela da Costa Allgayer </u></b> (<i>Universidade Luterana do Brasil</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>O conhecimento da microbiota cloacal em aves tem importância para a compreensão de doenças infecciosas que podem acometer filhotes e adultos. O estudo de arara-azul-grande de vida livre (Anodorhynchus hyacinthinus), espécie associada às pesquisas direcionadas ao monitoramento sanitário de populações selvagens, permite ajustes de manejo em cativeiro ou em ambiente natural alterado. Na estação reprodutiva de 2007 foram coletadas amostras de fezes de 14 filhotes desta espécie, no Pantanal de Miranda, MS, e encaminhadas ao Laboratório de Microbiologia do Hospital Veterinário da Universidade Luterana do Brasil, ULBRA/Canoas, RS. O material foi inoculado em placas contendo ágar-sangue e ágar McConkey, incubados em aero e anaerobiose e, paralelamente, em placas com meio Dermasel. Após a incubação, várias colônias foram isoladas e submetidas a testes de triagem e bioquímicos para identificação. Observou-se o crescimento de uma colônia típica de Salmonella sp. Após apresentar o perfil semelhante à Salmonella sp. nos meios de triagem, foram realizados provas bioquímicas confirmatórias e aglutinação com soro específico polivalente. A amostra foi enviada ao Laboratório de Enterobactérias da Fundação Osvaldo Cruz para sorotipificação, sendo identificada como Salmonella Braenderup, sendo este o primeiro relato da ocorrência desta bactéria em aves silvestres. Palavras-chave: Salmonella Braenderup, arara-azul-grande, filhotes, Anodorhynchus hyacinthinus, vida livre. </font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>