ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:05.739-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Parasitologia</b><p align=justify><strong>AMBLYOMMA DISSIMILE (ACARI: IXODIDAE) EM SURUCUCU-DO-PANTANAL (HYDRODYNASTES GIGAS) (SQUAMATA: COLUBRIDAE) NO ESTADO DO MATO GROSSO DO SUL, BRASIL</strong></p><p align=justify><b>Marcia Heerdt </b> (<i>Universidade Luterana do Brasil</i>); <b>Thiago Filadelfo </b> (<i>Universidade Federal da Bahia</i>); <b>Neiva Maria Robaldo Guedes </b> (<i>UNIDERP</i>); <b>Vanessa D. Mottin </b> (<i>Universidade Luterana do Brasil</i>); <b>Vitor Hermes Cereser </b> (<i>Universidade Luterana do Brasil</i>); <b>Maria Teresa Queirolo </b> (<i>Universidade Luterana do Brasil</i>); <b>Cristine Dossin Bastos Fischer </b> (<i>Universidade Luterana do Brasil</i>); <b><u>Mariangela da Costa Allgayer </u></b> (<i>Universidade Luterana do Brasil</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>A Hydrodynastes giga (Duméril, Bibron & Duméril, 1854) vulgarmente denominada surucucu-do-pantanal, é uma serpente de grande porte, de ocorrência descrita no Peru, Paraguai, nordeste da Argentina e no norte, centro-oeste, sudeste e sul do Brasil. Esta espécie tem hábitos terrestres, mas vive próxima da água onde frequentemente são encontradas, sendo consideradas semi-aquáticas, diurnas e ovíparas. Sua alimentação é baseada na ingesta de anfíbios, peixes, outras serpentes, aves e roedores. Pode ser parasitada por ectoparasitos como os carrapatos, que são ácaros relativamente macroscópicos e obrigatoriamente hematófagos. Os ácaros podem localizar-se entre as escamas das serpentes, especialmente por baixo da cabeça, na cavidade ocular, região periocular, regiões lateral e dorsal do corpo, sendo mais numerosos no terço anterior da serpente. Ácaros do gênero Amblyomma estão distribuídos em grande extensão geográfica, abrangendo todos os continentes, com exceção da Antártida, sendo comumente encontrados parasitando as serpentes. Em dezembro de 2007 foram coletados manualmente três carrapatos de uma serpente Hydrodynastes gigas no Pantanal de Miranda, Mato Grosso do Sul, Brasil. Os carrapatos foram armazenados em frascos identificados, contendo álcool 70º, e enviados para o Laboratório de Parasitologia do Hospital Veterinário da Universidade Luterana do Brasil, Canoas, RS, onde foi realizada a identificação de três machos da espécie Amblyomma dissimile. Palavras-chave: serpente, Hydrodynastes gigas, surucucu-do-pantanal, carrapato, Amblyomma dissimile. </font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>