ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:01.731-3</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Bovinos e Bubalinos: Produção, Reprodução, Clínica e Cirurgia</b><p align=justify><strong>A CLASSIFICAÇÃO DO CORPO LÚTEO POR ASSIMETRIA OVARIANA E SUA RELAÇÃO COM OS ÍNDICES DE PRENHEZ EM RECEPTORAS DE EMBRIÕES BOVINOS</strong></p><p align=justify><b>Benner Geraldo Alves </b> (<i>Universidade Federal de Uberlândia</i>); <b>Saira Mabel Nara Neves </b> (<i>Universidade Federal de Uberlândia</i>); <b><u>Raquel Pamela Arruda </u></b> (<i>Universidade Federal de Uberlândia</i>); <b>João Helder Frederico Faria Naves </b> (<i>Universidade Federal de Uberlândia</i>); <b>Kele Amaral Alves </b> (<i>Universidade Federal de Uberlândia</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>O objetivo do presente estudo foi avaliar a relação entre a presença do corpo lúteo (CL), identificado por assimetria ovariana, com os índices de prenhez em receptoras de embriões.Este se justifica,pelo tema estar em foco das discussões sobre biotecnologias da reprodução,já que as técnicas têm importância por serem empregadas como ferramentas, umas pras outras, até o aprimoramento das mais modernas.Os programas de Fecundação in Vitro (FIV) estabelecem um acelerado progresso genético através da multiplicação de animais zootecnicamente superiores,porém, como qualquer outra técnica aplicada à pecuária, a FIV apresenta vantagens e também algumas restrições à sua utilização. Foram analisadas 1368 transferências, realizadas no período de março de 2004 a dezembro de 2005, utilizando como receptoras de embrião novilhas Bos taurus x Bos indicus que foram sincronizadas em momento aleatório do ciclo estral. No dia da inovulação dos embriões avaliou-se os ovários das mesmas por palpação transretal para identificar e localizar o CL e classificá-lo quanto à assimetria ovariana em grande (CL1), médio (CL2) e pequeno (CL3). Todos embriões, provenientes de fecundação in vitro (FIV), foram transferidos pelo método não cirúrgico. Neste trabalho os CL classificados como CL1, CL2 e CL3 resultaram em índices de prenhez de 34,31% (234/682), 30,72% (106/345) e 21,40% (73/341) respectivamente, e os dados foram avaliados pelo teste estatístico não paramétrico do qui-quadrado (x²). Portanto, houve relação entre a assimetria ovariana e taxa de prenhez em receptoras de embriões bovinos. </font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>