ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:09.727-3</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Pequenos Animais: Clínica e Cirurgia</b><p align=justify><strong>QUILOTORAX SECUNDÁRIO Á LINFOMA MEDIASTINAL EM UM GATO  RELATO DE CASO</strong></p><p align=justify><b><u>Bernardo Fernandes Lopes </u></b> (<i>Diagnopet</i>); <b>Adrienne Brêtas Lanis </b> (<i>VetlabES</i>); <b>Edson E. V. Filho </b> (<i>UFES</i>); <b>Louisiane Nunes </b> (<i>UFES</i>); <b>Fabiano Sellos Costa </b> (<i>UFES</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>O quilotórax é uma afecção rara e complexa que acomete os animais domésticos e é caracterizado por uma coleção de líquido quiloso no espaço pleural. Esta condição pode ser ocasionada por traumas que promovam ruptura de ducto torácico, porém, na maioria dos casos de quilotórax felino não se têm causa identificável após avaliação clínica acurada, sendo considerados como idiopáticos. As causas de quilotórax em gatos podem ser consideradas como congênitas, traumáticas, inflamatórias, neoplásicas, cardiogênicas ou idiopáticas. O exame ultra-sonográfico é uma técnica semiológica útil na abordagem de um paciente felino com suspeita de fluido no espaço pleural, sendo uma técnica útil para o estabelecimento de efusão pleural em gatos e é importante para sua melhor caracterização e definição de causa de base. O presente trabalho relata o caso de um gato onde ao ultra-som foi caracterizada a presença de líquido no espaço pleural de aspecto hipoecogênico associado à massa nodular intratorácica. As efusões de quilo podem ser secundárias a complicações de neoplasias malignas, especialmente o linfoma, de grande prevalência em gatos. Após drenagem e análise do líquido pleural, citologia aspirativa da massa guiado por ultra-som e análise histopatológica, foi possível estabelecer o diagnóstico de quilotórax secundário à compressão de ducto torácico pelo linfoma mediastinal.</font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>