ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:09.727-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Pequenos Animais: Clínica e Cirurgia</b><p align=justify><strong>ULTRA-SONOGRAFIA DOPPLER NO DIAGNÓSTICO DE SHUNT PORTOAZIGOS EM UM CÃO  RELATO DE CASO</strong></p><p align=justify><b><u>Bernardo Fernandes Lopes </u></b> (<i>Diagnopet</i>); <b>Vicente Colombi Silva </b> (<i>Diagnopet</i>); <b>Adrienne Brêtas Lanis </b> (<i>VetLabES</i>); <b>Fabiano Sellos Costa </b> (<i>Diagnopet</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>O shunt portossistêmico é uma conexão anormal entre a veia porta e a circulação sistêmica, representando uma das anomalias vasculares mais comuns em cães e gatos. Um cão da raça Lhasa Apso, macho, com três meses de idade, foi atendido no Hospital Veterinário CLIMEV-ES com histórico de convulsões, alterações comportamentais, êmese e diarréia. Foi solicitado exame ultra-sonográfico com Doppler, além de hemograma, perfil bioquímico hepático e renal e urinálise. No exame ultra-sonográfico com Doppler foram evidenciados urolitíase, cálculos renais, microhepatia e diâmetro da veia porta intra-hepática reduzida. Além disso, foi observada imagem tubular tortuosa, com origem na veia porta extra-hepática, cursando cranialmente, em direção ao diafragma, paralela a veia cava caudal, sem drenar nela. A velocidade da veia porta encontrava-se diminuída na porção intra-hepática, quando comparada com a porção extra-hepática. Nos demais exames complementares, foram significantes a presença de microcitose no eritrograma, cristais de urato de amônia na urinálise, atividade da alanina aminotrasferase (ALT) normal, uréia sérica diminuída e amônia sérica aumentada. Os achados ultra-sonogáficos, associados aos laboratoriais foram consistentes com diagnóstico de shunt portoazigos, em que um vaso anômalo conectava a veia porta extra-hepática a veia ázigos. Deste modo, os dados laboratoriais e a ultra-sonografia Doppler foram essenciais para diagnóstico de desvio portosistêmico.</font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>