ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:13.719-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Saúde Publica e Controle de Zoonoses / Fiscalização Sanitária e Ambiental</b><p align=justify><strong> TÉCNICA DE IMUNO-HISTOQUÍMICA EM AMOSTRAS DE SISTEMA NERVOSO CENTRAL DE BOVINOS INFECTADOS PELO VÍRUS DA RAIVA: DADOS PRELIMINARES </strong></p><p align=justify><b><u>Samira M. Achkar </u></b> (<i>INSTITUTO PASTEUR</i>); <b>Elaine Raniero Fernandes </b> (<i>FACULDADE DE MEDICINA DA USP</i>); <b>Andrea Barretto Martins de Castro </b> (<i>INSTITUTO PASTEUR</i>); <b>Maria Luiza Carrieri </b> (<i>INSTITUTO PASTEUR</i>); <b>Maria Irma Seixas Duarte </b> (<i>FACULDADE DE MEDICINA DA USP</i>); <b>Ivanete Kotait </b> (<i>INSTITUTO PASTEUR</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>A raiva é uma zoonose infecciosa altamente letal que acomete o Sistema Nervoso Central (SNC) de mamíferos, sendo considerada um grave problema de Saúde Pública. Seus reservatórios pertencem às ordens Carnivora e Chiroptera e a fonte de infecção é o animal doente, que transmite o vírus através de lambeduras, arranhaduras e/ou mordeduras. Existem dois ciclos de transmissão da doença; o urbano e o silvestre. Os bovinos são muito afetados pela infecção, após serem atacados por morcegos hematófagos, fato que gera significativas perdas econômicas à indústria agropecuária. A caracterização antigênica de amostras positivas tem demonstrado o isolamento da variante 3 (Desmodus rotundus) de amostras de herbívoros, evidenciando a importância do morcego hematófago como reservatório do vírus da raiva e como transmissor da doença para animais domésticos (urbanos e rurais). Dentre as medidas de vigilância epidemiológica, o envio de amostras de animais suspeitos ao laboratório é o mais recomendado, entretanto, em localidades com baixa infra-estrutura e altas temperaturas, estas medidas não são alcançadas. Para tanto, a possibilidade de preservar tais amostras, através de fixação e posterior inclusão em parafina, facilitaria o transporte das mesmas e a integridade do material a ser analisado, por outro lado, inviabilizaria a execução da técnica de Imunofluorescência direta, que é o método mais utilizado para a detecção do antígeno do vírus da raiva. A técnica de imuno-histoquímica consiste na detecção de antígenos através da utilização de anticorpos monoclonais ou policlonais em tecidos. Estas características a tornam uma técnica ideal sob condições de campo, em que existe uma limitação de laboratórios diagnósticos, contribuindo assim na vigilância epidemiológica em áreas de difícil acesso e os resultados podem definir a tomada de decisões em relação aos indivíduos agredidos. Com base nessas considerações, o objetivo deste trabalho foi verificar a viabilidade da técnica imuno-histoquímica para o diagnóstico de raiva em bovinos e quantificar as células infectadas pelo vírus da raiva, analisando sua distribuição nos fragmentos do SNC. A reação demonstrou alta sensibilidade para detecção de antígeno da raiva no tecido parafinado de amostras de bovinos, não havendo diferenças estatisticamente significantes entre os fragmentos analisados, entretanto, o cerebelo mostrou maior número de células infectadas. Estes dados tornam essa técnica mais uma ferramenta que pode ser empregada para que se alcance uma melhor notificação da doença e assim, a adoção de medidas de controle. </font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>