ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:05.712-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Parasitologia</b><p align=justify><strong>INFECÇÃO VERTICAL EM CAMUNDONGOS BALB/C COM TOXOCAROSE CRÔNICA</strong></p><p align=justify><b>Luciana Farias da Costa de Avila </b> (<i>Discente - Mestrado em Ciências da Saúde  Universidade Federal do Rio Grande (FURG)</i>); <b>Patrícia de Souza de Aguiar </b> (<i>Discente - Mestrado em Ciências da Saúde  FURG</i>); <b>Paula de Lima Telmo </b> (<i>Bióloga, Laboratório de Parasitologia  Departamento de Patologia (DPAT) - FURG</i>); <b>Raquel Dutra Furtado </b> (<i>Bolsista de Iniciação Científica - Laboratório de Parasitologia - DPAT/FURG</i>); <b>Heruza Zogbi </b> (<i>Bolsista de Iniciação Científica - Laboratório de Parasitologia - DPAT/FURG</i>); <b>Vera Regina Mendonça-signorini </b> (<i>Docente - DPAT/ FURG</i>); <b>Maria Elisabeth Aires Berne </b> (<i>Docente - Instituto de Biologia - Universidade Federal de Pelotas (UFPEL)</i>); <b>Susi Lauz </b> (<i>Docente do Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde (Mestrado)  FURG</i>); <b>Pedro Eduardo Almeida da Silva </b> (<i>Docente do Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde (Mestrado)  FURG</i>); <b><u>Carlos James Scaini </u></b> (<i>Docente do Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde (Mestrado)  FURG</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>A síndrome da larva migrans visceral (LMV) é um importante problema de saúde pública, porém o número de casos registrados desta zoonose parasitária, provavelmente, esteja subestimado devido à dificuldade da realização do diagnóstico. A ingestão de ovos embrionados de Toxocara canis, parasito intestinal de cães e principal agente etiológico da LMV, constitui-se na principal forma de infecção para os seres humanos. Entretanto, há indícios da ocorrência da transmissão vertical, especialmente quando a mulher se infecta durante a gravidez. Experimentalmente, já foi comprovada a ocorrência deste tipo de transmissão, em camundongos infectados durante a gestação. O objetivo deste estudo foi registrar a ocorrência da transmissão vertical de larvas de T. canis em camundongos com toxocarose crônica. Inicialmente, foram inoculados 1.200 ovos embrionados de T. canis, por gavagem, em sete camundongos Balb/c fêmeas, com idade entre quatro e sete semanas. Após 60 dias da infecção experimental (fase crônica da infecção), foi realizado o acasalamento destes animais. As ninhadas permaneceram com as mães até o desmame, sendo mantidas no biotério até que completassem 60 dias de vida. Para investigar a infecção foi realizada a pesquisa de larvas no tecido encefálico dos animais, sendo registrada a ocorrência da transmissão vertical em 19,6% (10/51) da prole (60 dias de vida) e confirmada a infecção em todas as mães. Diante do registro da transmissão vertical na fase crônica da infecção em modelos experimentais da toxocarose humana, torna-se importante ampliar os estudos relacionados à transmissão vertical em diferentes hospedeiros acidentais do ascarídeo T. canis, incluindo a espécie humana.</font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>