ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:18.704-3</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Imunobiologia</b><p align=justify><strong>TERAPÉUTICA BIOTERÁPICA EM CARCINOMA DO EPITÉLIO RESPIRATÓRIO SUPERIOR DE BOVINO  RELATO DE CASO</strong></p><p align=justify><b><u>Jorge Damian Stumpfs Diaz </u></b> (<i>UNICRUZ</i>); <b>Cristina Krauspenhar </b> (<i>UNICRUZ</i>); <b>Daniel Lena Nascimento </b> (<i>UNICRUZ</i>); <b>Gustavo Morilo Pereira Cossetin </b> (<i>UNICRUZ</i>); <b>Tatiane Michelon Cancian </b> (<i>UNICRUZ</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>INTRODUÇÃO: Neoplasias do trato respiratório superior não são freqüentes em animais; mas, se levarmos em consideração todas as espécies de mamíferos e a literatura, parece que essencialmente todos os tipos de tecidos nessas estruturas podem dar origem a uma neoplasia. As neoplasias com origem nas células epiteliais olfatórias estão habitualmente localizadas na cavidade nasal dorsal. Carcinoma epidermóide é uma das neoplasias mais freqüentes no trato respiratório superior. Esse carcinoma esta mais propenso a surgir no trato nasal nas proximidades das narinas externas. (JONES, et al., 1997). A invasão da via aérea por massas de tecido mole (abscessos faringeanos, aumento de volume linfonodal, neoplasias, corpos estranhos ou aumento de volume dos seios maxilares) compõem a maioria das lesões (REBHUM, 2000). DESCRIÇÃO DO CASO: Este trabalho relata o caso de uma vaca holandesa adulta, atendida no Hospital Veterinário, cuja anamnese revelou dificuldade respiratória, intolerância ao exercício e emagrecimento. Os achados significativos pela avaliação clínica foram: secreção nasal purulenta fétida e epistaxe, respiração estertorosa e tosse, anemia e linfoadenomegalia. Pela passagem de uma sonda oro-nasal foi detectado uma protuberância de consistência mole e hemorrágica, com estenose acentuada na região do sinus da narina direita. Com auxilio de uma cureta foi coletado fragmentos do processo e enviado ao Laboratório de Patologia Veterinaria, para histopatológico. RESULTADOS E DISCUSSÃO: A suspeita inicial para Leucose ou Tuberculose não foi confirmada pelos resultados negativos dos exames. O exame histopatológico diagnosticou um carcinoma de célula respiratória. A intervenção cirúrgica seria o método de eleição para exêrese do tumor, porém a técnica não foi realizada pela dificuldade de acesso ao local e pelo desconhecimento da extensão do processo dentro da cavidade nasal. Optou-se por um tratamento bioterápico (nosódio) ou vacina autógena para o qual foi utilizado fragmentos coletados do próprio tumor enviados a um laboratório de homeopatia. O tratamento consistiu na aplicação inicial de 20 ml da vacina em dose única V.O. e após 15 dias era administrado 10 gotas via oral 3 vezes ao dia, por um período de 75 dias. CONCLUSÂO : O carcinoma de células respiratórias é de rara ocorrência na espécie bovina e por tanto de escassa informação quanto a sua terapêutica. No presente caso ao final do tratamento com vacina o tumor regrediu de forma significativa, confirmado através de um novo exame histopatológico que demonstrou um número insignificante de células tumorais no local. </font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>