ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:10.702-2</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Eqüinos: Clínica, Cirurgia e Reproduçao</b><p align=justify><strong>TRATAMENTO CIRÚRGICO DE PITIOSE CUTÂNEA EM UM EQÜINO: RELATO DE CASO</strong></p><p align=justify><b><u>Graziela Cescon </u></b> (<i>Universidade Federal do Rio Grande do Sul</i>); <b>Samuel Carnesella </b> (<i>Universidade Federal do Rio Grande do Sul</i>); <b>Laura da Nova Cruz Pegorini </b> (<i>Universidade Federal do Rio Grande do Sul</i>); <b>Fernanda Silveira Nóbrega </b> (<i>Universidade Federal do Rio Grande do Sul</i>); <b>Carlos Afonso de Castro Beck </b> (<i>Universidade Federal do Rio Grande do Sul</i>); <b>David Driemeier </b> (<i>Universidade Federal do Rio Grande do Sul</i>); <b>Luciana Oliveira de Oliveira </b> (<i>Universidade Federal do Rio Grande do Sul</i>); <b>Marcio Poletto Ferreira </b> (<i>Universidade Federal do Rio Grande do Sul</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>A pitiose cutânea em eqüinos é causada por um zoósporo oportunista semelhante a um fungo encontrado em geral em águas estagnadas. Este agente causa lesões cutâneas ulcerativas pelo corpo do animal, podendo gerar, em decorrência do prurido, auto-mutilação com conseqüente perda de sangue. Os animais acometidos pela pitiose cutânea apresentam lesões ulcerativas granulomatosas que formam grandes massas teciduais podendo variar de 5 a 500 mm dependendo do local e da duração da infecção. As lesões cutâneas causadas pelo Pythium insidiosum são frequentemente encontradas nas extremidades distais dos membros e na porção ventral do tórax e abdome. No presente trabalho relata-se um caso de pitiose na região ventral do peito de um eqüino atendido no Hospital de Clínicas Veterinárias  Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Inicialmente, foi realizada biópsia incisional da massa de maior tamanho. O fragmento foi armazenado em solução de formol 10% e enviado para exame histopatológico. O resultado do exame foi de lesão sugestiva de P. insidiosum. Diante deste resultado, o animal foi submetido à exérese cirúrgica do tecido fibrótico. Após quarenta e cinco dias da cirurgia o animal encontra-se com cicatrização completa do tecido subcutâneo sendo somente tratado com limpeza diária com clorexidine 2% e aplicação de pomada cicatrizante para fechamento de pele.</font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>