ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:12.694-2</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Biotecnologia</b><p align=justify><strong>PADRONIZAÇÃO DE UM ELISA PROTEÍNA-G (ELISA-G) PARA DIAGNÓSTICO DE LENTIVÍRUS DE PEQUENOS RUMINANTES (LVPR) EM CAPRINOS</strong></p><p align=justify><b>Michele Moreira Martins de Oliveira </b> (<i>UFRPE</i>); <b>Sheila Machado Gomes </b> (<i>UFRPE</i>); <b>Ana Claudia Campos </b> (<i>UFRPE</i>); <b>Sérgio Alves do Nascimento </b> (<i>UFRPE</i>); <b><u>Roberto Soares de Castro </u></b> (<i>UFRPE</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>Para o diagnóstico das lentiviroses de pequenos ruminantes a Organização Mundial da Saúde Animal (OIE) preconiza o uso da imunodifusão em gel de agar (IDGA) e do ELISA. O ELISA apresenta maior sensibilidade do que a IDGA, porém existe o risco de ocorrerem resultados falso-positivos. Com o intuito de minimizar estas reações falso-positivas, foi padronizado um ELISA utilizando conjugado de proteína-G (ELISA-G), que se liga com grande afinidade às imunoglobulinas caprinas e ovinas. O ELISA-G foi padronizado partindo das condições de reação estabelecidas em um ELISA-indireto (ELISA-i), usando-se como padrão de definição de positividade e negatividade dos soros os testes de IDGA e o western blot (WB) associados em paralelo. Os valores da relação positivo/negativo (P/N) para os soros padrão foi significativamente superior (P < 0,05) no ELISA-G (10,9) do que no ELISA-i (4,8). Ao testar um grupo de soros positivos e negativos, observou-se, basicamente, o mesmo comportamento, com valores de P/N, no ELISA-G de 4,68 e no ELISA-i de 3,33, demonstrando maior capacidade de discriminação no caso do ELISA-G, o que é altamente desejável em padronização de ensaios imunoenzimáticos (EIE). Este teste necessita ser validado (estimativa da sensibilidade e especificidade) com base no teste de um número significativo de amostras da população de caprinos e ovinos, representativas das diferentes condições epidemiológicas existentes no Brasil, para que possa ser utilizado no diagnóstico sorológico de LVPR em programas de controle de LVPR.</font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>