ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:09.688-3</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Pequenos Animais: Clínica e Cirurgia</b><p align=justify><strong>PREVALÊNCIA DA DISPLASIA COXOFEMORAL EM CÃES ATENDIDOS NO HOSPITAL VETERINÁRIO DA UNIVERSIDADE LUTERANA DO BRASIL NO SETOR DE REABILITAÇÃO ANIMAL NO ANO DE 2007</strong></p><p align=justify><b>Caroline Marques Lemos </b> (<i>ULBRA</i>); <b><u>Cristine Dossin Bastos Fischer </u></b> (<i>ULBRA</i>); <b>Viviane Machado Pinto </b> (<i>ULBRA</i>); <b>Jussara Zani Maia </b> (<i>ULBRA</i>); <b>Pedro Luiz Goulart Bueno </b> (<i>ULBRA</i>); <b>Francieli Marconato </b> (<i>ULBRA</i>); <b>Elisa Boaro </b> (<i>ULBRA</i>); <b>Patrícia Rosa </b> (<i>ULBRA</i>); <b>Karine Gehlen Baja </b> (<i>ULBRA</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>A displasia coxofemoral é, dentre as afecções ortopédicas, a mais comum entre os cães de grande porte; causadas por diversos fatores como hereditariedade, dieta alimentar, atividade física e manejo. É um distúrbio evolutivo, porque estão associadas a ela a osteoartrite coxofemoral, mobilidade limitada da articulação, dor e claudicação em graus variavéis. As raças mais acometidas são pastor alemão, rottweiler e labrador retriever. Os sinais clinicos variam desde dor intermitente até a incapacidade de utilizar o membro afetado. Para um diagnóstico correto é necessário associar exame clínico com radiografia coxofemoral, de preferência sob sedação. O tratamento é definido de acordo com o grau de alterações que o animal apresenta sendo assim decidido pelo tratamento clínico ou círurgico, sempre associado à fisioterapia como método de reabilitação do paciente. Esse trabalho mostra a prevalência de atendimentos realizados no HV-ULBRA e seus resultados na reabilitação de pacientes displásicos, durante o período de janeiro de 2007 a março de 2008. Foi atendido um total de 24 animais, os animais foram classificados de acordo com a imagem radiográfica de leve a grave. Dos pacientes atendidos 91,6 % responderam satisfatoriamente ao tratamento fisioterápico associado com a acupuntura. 75% dos animais apresentaram melhora clínica 4 semanas após o início do tratamento. Palavras-chave: cães, displasia coxofemoral, reabilitação animal. </font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>