ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:05.688-2</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Parasitologia</b><p align=justify><strong>OCORRÊNCIA DE BABESIA CANIS, PIANA & GALLI  VALEIRO,1895, EM ESFREGAÇOS SANGÜÍNEOS PERIFÉRICOS DE CÃES NO LABORATÓRIO DE PARASITOLOGIA DO HOSPITAL VETERINÁRIO DA UNIVERSIDADE LUTERANA DO BRASIL</strong></p><p align=justify><b>Vanessa Daniele Mottin </b> (<i>ULBRA</i>); <b>Cibele Côrrea da Silva </b> (<i>ULBRA</i>); <b>Claúdio Chiminazzo </b> (<i></i>); <b>Victor Hermes Ceresér </b> (<i>ULBRA</i>); <b>Maria Tereza Queirolo </b> (<i>ULBRA</i>); <b><u>Cristine Dossin Bastos Fischer </u></b> (<i>ULBRA</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>A babesiose canina é uma doença parasitária grave de características hemolíticas, que causa anemia em virtude da infecção das hemácias por hematozoários do gênero Babesia sp.. Esta doença pode ser transmitida aos cães por várias espécies de carrapatos e dentre eles, o Rhipecephalus sanguineus é o principal responsável. Babesia canis e Babesia gibsoni são as duas espécies capazes de infectar o cão, com sinais clínicos variáveis e inespecíficos. Os sinais clínicos mais freqüentes são febre, anorexia, apatia, emagrecimento progressivo, desidratação e algia abdominal. Pela inespecificidade dos sinais, o diagnóstico da doença consiste na identificação de organismos em forma de lágrima no interior das hemácias ou livres no plasma, por meio do exame de esfregaço sanguíneo; por testes sorológicos, como a prova da imunofluorescência indireta e ELISA ou pela Reação da Polimerase em Cadeia (PCR). As drogas utilizadas para eliminação do parasito são as diamidinas aromáticas, como o dipropionato de imidocarb e diaceturato de diminazeno. No período de janeiro de 2006 a junho de 2008 foram atendidos 1.835 animais com suspeita clínica de babesiose no Laboratório de Parasitologia do HV-ULBRA e observou-se que 410 animais (22,34%) apresentaram resultado positivo pelas técnicas de Giemsa e Panótico (New Prov®) para Babesia sp., com distribuição irregular durante os meses do ano e estações, mas com maior prevalência no verão. Palavras-chave: cães, Rhipicephalus sanguineus, Babesia sp. </font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>