ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:09.685-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Pequenos Animais: Clínica e Cirurgia</b><p align=justify><strong>AVALIAÇÃO DO BALANÇO ENTRE O TÔNUS SIMPÁTICO E PARASSIMPÁTICO SOBRE O CORAÇÃO PELA VARIABILIDADE DA FREQÜÊNCIA CARDÍACA NÃO-ESPECTRAL EM CÃES E GATOS NEONATOS.</strong></p><p align=justify><b><u>Eliselle Gouveia de Faria </u></b> (<i>Universidade Federal do Tocantins</i>); <b>Sheila Silva Saraiva Nogueira </b> (<i>Universidade Federal do Tocantins</i>); <b>Marlos Gonçalves Sousa </b> (<i>Universidade Federal do Tocantins</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>INTRODUÇÃO O eletrocardiograma é um método diagnóstico que vem sendo cada vez mais utilizado e considerado indispensável para o clínico veterinário. A variabilidade da freqüência cardíaca é tipicamente medida examinando batimentos cardíacos normais sucessivos, sendo os batimentos prematuros excluídos, assim como o batimento seguinte compensatório. A variabilidade da freqüência sinusal é resultado de variações no estímulo autonômico ao nó sinusal e modificações nessa variabilidade podem ser usadas como marcadores confiáveis de tal estímulo para o coração (CALVERT, 1998). A padronização dos traçados eletrocardiográficos e estudos da variabilidade da freqüência cardíaca de cães e gatos neonatos facilitará, sobremaneira, o diagnóstico das arritmias e/ou distúrbios de condução que possam ocorrer em face a inúmeras doenças cardíacas congênitas, além, é claro, de facilitar sua interpretação em todas as situações corriqueiras. Este trabalho objetiva avaliar as alterações simpatovagais que acompanham o crescimento de cães e gatos saudáveis, a partir da análise não-espectral da variabilidade de freqüência cardíaca, vislumbrando-se compreender a atividade do sistema nervoso autônomo sobre o coração do nascimento aos 70 dias de idade. METODOLOGIA Neste estudo foram avaliados trinta cães e trinta e um gatos, todos neonatos, machos e/ou fêmeas, de diferentes ninhadas e raças. Em cada eletrocardiograma foi calculada a variabilidade da freqüência cardíaca (VFC) no domínio da freqüência, por método não-espectral, valendo-se de dez intervalos RR consecutivos. Adicionalmente, também se calculou o intervalo RR médio (RRm) para cada animal incluído no estudo. As variáveis foram analisadas estatisticamente valendo-se de uma análise de variância, seguida pelo pós-teste de Tukey-Kramer. Para todas as análises considerou-se P<0,05 como significativo. RESULTADOS E DISCUSSÃO Cães: Para a duração do intervalo RR médio (RRm), foi encontrado o valor médio de 247,7&#61617;36,4 ms em M1 e 315,2&#61617;35,7 ms em M70, sendo a diferença considerada significativa (P<0,0001). Ademais, houve diferença estatisticamente significante também nos momentos M35 (281,0&#61617;48,3), M42 (295,1&#61617;46,7), M49 (289,3&#61617;29,9), M56 (316,3&#61617;51,0) e M63 (315,1&#61617;31,2) em relação ao momento basal (M1), tomado como controle. A variabilidade da freqüência cardíaca (VFC) variou de 4,09&#61617;1,80 em M1 para 4,64&#61617;1,39 em M70, sendo a diferença significativa (P=0,0001). Embora a variação deste parâmetro tenha sido significativa ao longo dos momentos M1 a M70, não se encontrou diferença estatística ao se comparar o momento basal controle (M1) com os demais momentos intermediários isoladamente. Gatos: Para os gatos, o intervalo RR médio (RRm) encontrado foi de 246,8&#61617;24,5 ms em M1 e 257,1&#61617;37,4 ms em M70, sendo a diferença significativa (P<0,0001). A variabilidade da freqüência cardíaca (VFC) variou de 3,54&#61617;1,08 em M1 para 4,37&#61617;1,52 M70, sendo a diferença considerada significativa (P=0,0001). Apesar deste parâmetro ter sido significativo no decorrer de M1 a M70, não se encontrou diferença estatística ao se comparar o momento basal controle (M1) com os demais momentos intermediários isoladamente. CONCLUSÕES Analisando os resultados obtidos, conclui-se que há alteração no balanço entre o tônus simpático e parassimpático do nascimento ao septuagésimo dia de vida em cães e gatos. </font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>