ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:04.684-3</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Microbiologia</b><p align=justify><strong>OCORRENCIA DE MALASSEZIA PACHYDERMATIS EM CANINOS ATENDISO NA I AÇÃO PET DA UFRA</strong></p><p align=justify><b><u>Sinerey Karla Salim Aragão </u></b> (<i>universidade federal rural da amazonia</i>); <b>Gilvando Galvão </b> (<i>universidade federal rural da amazonia</i>); <b>Andre Marcelo Meneses </b> (<i>universidade federal rural da amazonia</i>); <b>Flavia Cristina Oliveira </b> (<i>universidade federal ruralda amazonia</i>); <b>Michele do Souza Lima </b> (<i>universidade federal do pará</i>); <b>Welton Seabra Prado </b> (<i>universidade federal do pará</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>A Malassezia pachydermatis faz parte da microbiota cutânea de cães e gatos, mas qualquer mudança que altere seu habitat aumenta sua população fazendo com que ela desencadeie patologias na pele e ou orelhas destes animais. Segundo alguns autores é uma dermatite rara, mas crescentemente identificada em cães, afeta principalmente cães adultos de qualquer idade e raça, o prurido é o sinal mais freqüente, mas sinais de dermatopatias e otopatias estão sempre associados ao prurido. O diagnóstico mais útil é o exame citológico, onde se observa, após coloração, a presença de numerosas células em formato de  garrafa . O tratamento pode ser local e ou sistêmico utilizando-se medicamentos apropriados para o caso. A Universidade Federal Rural da Amazônia (UFRA) localiza-se em um dos bairros mais populosos e carentes da região metropolitana de Belém, e conseqüentemente com uma grande população de cães e gatos. A carência dessa população faz com que a maioria das pessoas não consiga ter acesso a atendimento veterinário de qualidade, visto que não existem, em nossa região, serviços gratuitos. Com a finalidade de oferecer, mesmo que por um dia, orientações e alguns serviços veterinário gratuito a população carente da comunidade, a UFRA realizou a I AÇÃO PET. O objetivo do presente trabalho foi o de demonstrar a presença de Malassezia pachydermatis em material coletado do pavilhão auricular de caninos atendidos durante o evento, sem levar em consideração idade, raça, sexo e a presença de lesão de pele ou não. </font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>