ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:09.684-2</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Pequenos Animais: Clínica e Cirurgia</b><p align=justify><strong>HERNIA DIAFRAGMATICA ASSINTOMATICA EM CÃO (RELATO DE CASO)</strong></p><p align=justify><b>Cynthia Maria de M.e S. Coroa </b> (<i>autonoma</i>); <b><u>Sinereykarla Salim Aragão </u></b> (<i>universidade federal rural da amazonia</i>); <b>Monica da Rocha Fadul </b> (<i>autonoma</i>); <b>Marina de M. E S. Coroa </b> (<i>universidade federal do pará</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>A hérnia diafragmática caracteriza-se pela passagem das vísceras abdominais para a cavidade torácica, após ruptura do diafragma, que é o músculo responsável pala separação das duas cavidades. A hérnia diafragmática normalmente tem origem traumática, mas também podem ter caráter congênito. Os sinais podem variar de intensidade, mas os sinais respiratórios são os mais freqüentemente encontrados. O diagnóstico baseia-se, principalmente na história e sinais clínicos encontrados, mas ao exame radiográfico é essencial para a conclusão, sendo algumas vezes necessário o uso de técnicas contrastadas como transito gastrointestinal ou até mesmo de ultrasonografia para confirmação do diagnóstico. O tratamento mais indicado pelos autores é a correção cirúrgica da ruptura, mas o prognóstico quase sempre é reservado. O objetivo do presente trabalho é o de relatar um caso de um cão, macho, SRD, com cerca de quatro anos de idade que é portador de hérnia diafragmática. Este animal foi encontrado na rua há algum tempo (cerca de 3 anos) e até o presente momento não possui nenhum sinal de que convive com esta patologia. O diagnóstico foi feito com auxilio de exame radiográfico e posterior transito gastrointestinal, devido o animal não apresentar nenhum sinal clinico o proprietário optou por não realizar a correção cirúrgica da ruptura. </font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>