ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:07.683-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Animais Silvestres e de Cativeiro: Clínica, Cirurgia, Nutrição e Manejo</b><p align=justify><strong>DESENVOLVIMENTO DE PROTOCOLO DE SEDAÇÃO E ANALGESIA EM CAITITUS (TAYASSU TAJACU) PARA COLETA DE SÊMEN POR ELETROEJACULAÇÃO</strong></p><p align=justify><b><u>Priscila Reis Kahwage </u></b> (<i>Universidade Federal do Pará</i>); <b>Alexandre Rossetto Garcia </b> (<i>Embrapa Amazônia Oriental</i>); <b>Mario Mansour Pinheiro Bartha </b> (<i>Universidade Federal do Pará</i>); <b>Diva Anelie de Araújo Guimarães </b> (<i>Universidade Federal do Pará</i>); <b>Rosemar Silva Luz Ramos </b> (<i>Universidade Federal do Pará</i>); <b>Hilma Lúcia Tavares Dias </b> (<i>Universidade Federal do Pará</i>); <b>Natália Inagaki de Albuquerque </b> (<i>Embrapa Amazônia Oriental</i>); <b>Otávio Mitio Ohashi </b> (<i>Universidade Federal do Pará</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>O manejo de animais silvestres em cativeiro requer uso de métodos de contenção seguros e eficazes. Caititus vêm despertando interesse por apresentar elevado potencial zootécnico e algumas situações de manejo, como coleta de material biológico e pequenas intervenções, requerem métodos de contenção química seguros, que necessitam ser desenvolvidos. Esse trabalho teve como objetivo testar a eficiência da associação anestésica do maleato de acepromazina e do cloridrato de quetamina para breve sedação e analgesia de caititus, além de monitorar seus efeitos sobre as funções vitais. Foram usados 9 machos adultos e mantidos em baias coletivas, mantidos em jejum total por 24 horas antes do experimento. Foi aplicado 0,2 mg/kg de acepromazina IM e, 10 minutos após, foi feita aplicação de 5 mg/kg de cloridrato de quetamina (T0). Foram aferidas freqüência respiratória, cardíaca e temperatura retal após 10 minutos (T1) e 20 minutos (T2) da aplicação de quetamina. As freqüências cardíacas observadas nos T0, T1 e T2 foi de 64,88&#61617;8,25 bpm, 66,66&#61617;5,85 bpm, 63,88&#61617;3,68 bpm, respectivamente (P>0,05). As freqüências respiratórias foram de 46,77&#61617;12,60 mpm, 50±9,89mpm e 49,11&#61617;8,28mpm, nos T0, T1 e T2 (P>0,05). As temperaturas retais foram de 38,7&#61617;0,80ºC, 38,8&#61617;0,37ºC e 38,9&#61617;0,34 ºC, em T0, T1 e T2 (P>0,05). O tempo médio de sedação observado foi de 25,33&#61617;5,47 minutos e o tempo médio para retorno à consciência foi de 51,00&#61617;18,67 minutos. Foram obtidos ejaculados em 87,5% dos animais, e em 61,1% dos ejaculados houve células viáveis. O tempo para a ejaculação foi de 9&#61617;3,08 minutos. Como não houve diferença significativa nas funções vitais, pode-se afirmar que a associação anestésica entre maleato de acepromazina e cloridrato de quetamina promove adequada sedação e analgesia suficiente para execução de procedimentos rápidos e não cruentos, como a eletroejaculação. Palavras-chave: caititus, contenção química, sedação, acepromazina, quetamina, eletroejaculação. </font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>