ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:09.681-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Pequenos Animais: Clínica e Cirurgia</b><p align=justify><strong>CARACTERIZAÇÃO CITOMORFOLÓGICA DO TUMOR VENÉREO TRANSMISSÍVEL CANINO</strong></p><p align=justify><b><u>Anne Santos do Amaral </u></b> (<i>UFSM</i>); <b>Luiz Fernando Jantzen Gaspar </b> (<i>UFPel</i>); <b>Sandra Bassani-silva </b> (<i>FMVZ-UNESP</i>); <b>Fábio Henrique Evangelista Andrade </b> (<i>UEMA</i>); <b>Noeme Sousa Rocha </b> (<i>FMVZ-UNESP</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>O tumor venéreo transmissível (TVT) canino tem sido objeto de numerosas investigações. O TVT de ocorrência natural geralmente se desenvolve na genitália externa, nas cavidades nasal e/ou oral, pele e conjuntiva ocular, simultaneamente ou não ao TVT genital, provavelmente como conseqüência de comportamentos sociais. As metástases podem ocorrer em até 17% dos casos. A citologia é o melhor método de diagnóstico. Apesar de descrições que apóiam diferenças de linhagens, como ausência de vacúolos citoplasmáticos e a presença de células maiores e mais ovóides em relação à morfologia típica do TVT, não há descrições anteriores a 2003 padronizando a nomenclatura em linhagens de acordo com o padrão citomorfológico. Para isso, foram coletadas amostras de 158 tumores venéreo transmissíveis por citologia aspirativa, e categorizadas de acordo com a morfologia, em TVT plasmocitóide, linfocitóide ou misto, e avaliadas de acordo com sua localização em genitais ou extra-genitais e pelo comportamento biológico em primárias ou não primárias (metastáticas ou recorrentes). O grupo linfocitóide apresentou uma concentração de 82,76% dos tumores na localização genital, enquanto que no grupo misto, este número reduziu-se para 76,09% e mais ainda, para 62,65% no grupo plasmocitóide. Com relação ao comportamento biológico, também houve diferença: o grupo linfocitóide apresentou somente 10,3% de massas não-primárias, freqüência que aumentou para 26,1% nos tumores mistos e para 41% nos tumores plasmocitóides. Os achados na prevalência dos tipos citomorfológicos de acordo com a localização e comportamento e da população de células tumorais de tumores com e sem metástases apontam para a maior habilidade das células plasmocitóides em se desenvolverem em sítios extragenitais e metastatizar, sugerindo maior malignidade. A classificação do TVT por citologia é simples, rápida e de fácil execução, permitindo a distinção entre os tipos celulares sem exames mais caros ou equipamentos específicos.</font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>