ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:09.672-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Pequenos Animais: Clínica e Cirurgia</b><p align=justify><strong>ESTUDO RETROSPECTIVO DE CÃES ACOMETIDOS POR MASTOCITOMA CUTÂNEO ATENDIDOS PELO SERVIÇO DE ONCOLOGIA VETERINÁRIA DO HOSPITAL DE CLÍNICAS VETERINÁRIAS DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL NO PERÍODO DE MAIO DE 2004 A JUNHO DE 2008</strong></p><p align=justify><b><u>Kelly Cristini Rocha da Silva Ferreira </u></b> (<i>UFRGS</i>); <b>Luciana Oliveira de Oliveira </b> (<i>UFRGS</i>); <b>Rosemari Teresinha de Oliveira </b> (<i>UFRGS</i>); <b>Cristiano Gomes </b> (<i>UFRGS</i>); <b>Ana Cláudia Tourrucôo </b> (<i>UFRGS</i>); <b>Andréa Faraon </b> (<i>UFRGS</i>); <b>Carolina da Silva Cardoso </b> (<i>UFRGS</i>); <b>Anamaria de Oliveira Fernandes </b> (<i>UFRGS</i>); <b>Tuane Nerissa Alves Garcez </b> (<i>UFRGS</i>); <b>Ana Júlia Andrade Coelho </b> (<i>UFRGS</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>O tumor de mastócitos (TM) ou mastocitoma caracteriza-se por transformações neoplásicas e proliferação anormal de mastócitos e pode ser de origem cutânea ou visceral. É a neoplasia cutânea mais freqüente do cão, compreendendo 7 a 21% dos tumores cutâneos caninos e 11 a 27% das neoplasias malignas. Dados de cães com mastocitoma cutâneo, atendidos no período de maio de 2004 a junho de 2008, pelo Serviço de Oncologia Veterinária do Hospital de Clínicas Veterinárias da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, foram coletados para um estudo retrospectivo. O Objetivo do estudo é classificar os casos de mastocitoma canino quanto a sexo, idade e raça dos animais, região corpórea acometida, método de diagnóstico, grau citológico, estadiamento clínico e tamanho das lesões. Foram avaliados 56 casos de mastocitoma cutâneo, onde 38 animais eram fêmeas e 18 eram machos, com média de 8,9 anos de idade, a maioria eram cães sem raça definida, com lesões que variaram entre 1 e 20 centímetros de diâmetro. Para a realização do diagnóstico, foram feitos exames citológicos, por biópsia aspirativa por agulha fina (BAAF), que revelaram 23 cães com mastocitomas de grau II, 13 cães com mastocitomas de grau I e 8 cães com mastocitomas de grau III. Dois cães tiveram as neoplasias classificadas em grau I a II, um cão teve mastocitoma classificado em grau II a III e em um caso não foi possível a classificação. Quatro cães com diagnóstico de mastocitoma realizado por análise histopatológica, não tiveram exame citológico das suas lesões realizado. Nos 24 casos em que o exame hsitopatológico foi realizado, revelou 16 animais com mastocitomas de grau II, 5 animais com mastocitomas de grau I e 3 animais com mastocitomas de grau III. A maioria dos achados encontrados nesse estudo condiz com o que é relatado pela literatura. O maior número de cães sem raça definida reflete a casuística do HCV-UFRGS. A realização do estadiamento e a graduação do mastocitoma são importantes para estabelecer o prognostico e a terapêutica a ser adotada.</font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>