ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:05.671-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Parasitologia</b><p align=justify><strong>ATIVIDADE DA BUTIRILCOLINESTERASE NA INFECÇÃO AGUDA POR TRYPANOSOMA EVANSI EM RATOS WISTAR</strong></p><p align=justify><b>Candice Schmidt </b> (<i>UFSM</i>); <b>Patricia Wolkmer </b> (<i>UFSM</i>); <b>Aleksandro S. Silva </b> (<i>UFSM</i>); <b>Carina Franciscato </b> (<i>UFSM</i>); <b>Carolina K. Traesel </b> (<i>UFSM</i>); <b><u>Tagor Dorneles </u></b> (<i>UFSM</i>); <b>Francine C. Paim </b> (<i>UFSM</i>); <b>Marciélen Pagnoncelli </b> (<i>UFSM</i>); <b>Candice Schmidt </b> (<i>UFSM</i>); <b>Sonia T. A. Lopes </b> (<i>UFSM</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>A butirilcholinesterase está envolvida em diferentes atividades enzimáticas, tem sido avaliada nos processos de detoxificação de organosfosforados, na regulação da transmição colinérgica, na inativação de algumas drogas. Animais infectados por Trypanosoma evansi desenvolvem anemia e sinais clínicos de distúrbio neurológico são descritos no estágio final da doença. Contudo não há estudos quanto ao efeito da infecção por T. evansi nas atividades neuroquímicas dos hospedeiros. Sendo assim, o objetivo deste experimento foi avaliar se a infecção aguda por T. evansi altera a atividade de butirilcolinesterases em ratos Wistar. Para isso, foram utilizados quinze ratos, linhagem Wistar, machos com 90 dias de idade divididos em três grupos (controle, grupo teste 1 - T1 e grupo teste 2 - T2) com cinco ratos. Os animais pertencentes aos grupos teste T1 e T2 foram inoculados pela via intraperitoneal com 0,2 ml de sangue contendo 104 T. evansi. O grupo controle recebeu 0,2 ml de solução fisiológica pela via intraperitoneal. Para avaliar a parasitemia individual, diariamente foi realizada pesquisa microscópica do esfregaço de uma gota de sangue coletada da cauda. Os animais foram anestesiados em câmara éter etílico 99% para coleta de sangue, por punção cardíaca no 3° (T1) ou 5° dia pós infecção (T2 e controle). O sangue foi armazenado em tubos com ácido etilenodiaminotetracético (EDTA) a 10%, centrifugado e a atividade enzimática da BChE foi determinada no plasma. O T. evansi foi detectado no sangue periférico de todos os ratos 24h após a inoculação intraperitoneal do parasito e o grau de parasitemia aumentou progressivamente. Os animais do grupo T1 (3ºdpi) apresentaram redução na atividade da BChE plasmática. Com base nos resultados obtidos neste estudo, pode-se concluir que a infecção aguda por T. evansi em ratos Wistar pode reduzir a atividade da butirilcolinesterase plasmática.</font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>