ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:11.668-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Tecnologia e Inspeção de Produtos de Origem Animal</b><p align=justify><strong>INFLUENCIA DA ELETRO-INSENSIBILIZAÇÃO NO BEM-ESTAR E NA QUALIDADE DA CARNE DE SUÍNOS</strong></p><p align=justify><b><u>Daniela Carla Bernardes Silva </u></b> (<i>Universidade Federal de Minas Gerais</i>); <b>Wagner Luiz Moreira dos Santos </b> (<i>Universidade Federal de Minas Gerais</i>); <b>Daniela Cristina Bernardes Silva </b> (<i>Universidade Federal de Minas Gerais</i>); <b>Thiago Moreira dos Santos </b> (<i>Universidade Federal de Minas Gerais</i>); <b>Ronaldo Jose de Oliveira </b> (<i>Medico Veterinario/ Autonomo</i>); <b>Natanael Lamas Dias </b> (<i>Universidade Federal de Minas Gerais</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>Com o objetivo de avaliar o efeito de 3 voltagens (250V, 300V e 350V) para eletro-insensibilização de 180 suínos (90 fêmeas e 90 machos) em relação ao bem-estar animal, avaliando: reflexo de dor profunda, reflexo corneal, freqüência respiratória, ocorrência de vocalização e convulsão, e, o pH do músculo/carne na terceira hora e 24 horas post mortem. Nenhum dos parâmetros de bem-estar animal sofreu influencia significativa (p<0,05) do nível das voltagens da eletro-insensibilização. O resultado de avaliação global das voltagens indicou que dos 180 animais analisados, 169 (93,8%) tiveram convulsão; 100% não apresentaram reflexo de dor profunda; 19 (10,55%) apresentaram reflexo corneal; 15 (8,33%) apresentaram freqüência respiratória acima de 18 movimentos por minuto; 6 (3,33%) vocalizaram ao serem insensibilizados. O declínio do pH na terceira hora post mortem não apresentou diferença significativa (p<0,05) entre as voltagens analisadas, após 24 horas post mortem houve diferença significativa (p<0,05) entre as voltagens de 250 V (5,7) e 350 V (5,83). Entre 250 V (5,7) e 300 V (5,77) essa diferença não foi significativa. Estes resultados demonstram que as voltagens utilizadas no presente trabalho não afetaram o bem-estar animal. Porém, a maior (350 V) prejudicou a queda do pH da carne após 24 horas post mortem, apesar de não afetar o seu índice ou nível após 3 horas do abate. </font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>