ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:10.663-3</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Eqüinos: Clínica, Cirurgia e Reproduçao</b><p align=justify><strong>PATOLOGIA ESPERMÁTICA DE JUMENTOS DA RAÇA PÊGA</strong></p><p align=justify><b>Igor Frederico Canisso </b> (<i>Setor de Equideocultura- Departamento de Zootecnia - Universidade Federal de Viçosa</i>); <b>Fernando Andrade Souza </b> (<i>Escola de Veterinária - Universidade Federal de Minas Gerais</i>); <b>Aline Luciana Rodrigues </b> (<i>Departamento de Veterinária - Universidade Federal de Viçosa</i>); <b>Pedro Game Ker </b> (<i>Setor de Equideocultura - Departamento de Zootecnia- Universidade Federal de Viçosa</i>); <b>Erotides Capistrano da Silva </b> (<i>Departamento de Veterinária- Universidade Federal de Viçosa</i>); <b><u>Rosemari Laura Cardoso </u></b> (<i>Universidade Federal de Santa Maria</i>); <b>Giovanni Ribeiro de Carvalho </b> (<i>Setor de Equideocultura - Departamento de Zootecnia - Universidade Federal de Viçosa</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>Aparentemente, os trabalhos de NISHIKAWA et al. (1952) e NISHIKAWA (1959) foram os primeiros estudos desenvolvidos com objetivos de realizar comparações entre as características da morfologia espermática entre garanhões e jumentos. Estes autores observaram que os espermatozóides asininos se assemelham ao dos garanhões, entretanto, com a cauda mais longa e a cabeça de formato, ligeiramente, mais globoso semelhante ao espermatozóide do touro e carneiro. A morfologia espermática de eqüídeos apresenta similaridade com as demais espécies de animais, porém, a cabeça do espermatozóide é assimétrica e a inserção abaxial da cauda é considerada normal, além de acrossomo relativamente pouco desenvolvido (MAGISTRINI, 2000).No Brasil, as normas e padrões da avaliação andrológica e do sêmen, foram estabelecidos por duas Comissões sobre Andrologia organizada pelo Colégio Brasileiro de Reprodução Animal, sendo que a última de 1998 é a que permanece em vigência (CBRA, 1998). Porém, o reprodutor asinino não foi incluído nos padrões estabelecidos de avaliação do sêmen animal e, deste modo, experimentos e levantamentos de campo devem ser realizados numa tentativa de estabelecer os padrões de exame andrológico para jumentos nas condições brasileiras. O objetivo deste estudo foi descrever os valores percentuais de patologias espermática no sêmen de reprodutores andrologicamente normais da raça Pêga.O presente estudo foi conduzido durante o período de setembro/2006 a janeiro/2007. Foram usados seis jumentos (J1; J2; J3; J4; J5; J6) com idades de 16, 15, 14, 3.5, 3.5, 3.5 anos, respectivamente, pesando 272 ± 34,97 (231  326 kg), pertencentes a um haras de produção de muares e asininos localizado em Guaraciaba Zona da Mata do Estado de Minas Gerais. Foram subdivididos em dois grupos: adultos (J1, J2 e J3) e jovens (J4, J5 e J6). Previamente ao início, todos os animais foram submetidos a um criterioso exame andrológico de acordo com o preconizado por KENNEY et al., (1983), para exame de garanhões e todos foram classificados como aptos à reprodução.O percentual de defeitos maiores observados foram 7,97 ± 3,02 %, enquanto a distribuição percentual observada entre os reprodutores foi de 11,20 ± 2,05 %; 13,29 ± 1,52 %; 05,98 ± 1,36 %; 05,64 ± 0,78 %; 07,28 ± 0,47 %; 06,00 ± 0,61 % para J1, J2, J3, J4, J5 e J6, respectivamente. Os defeitos menores médios observados foram de 6,80 ± 1,59%, e a distribuição entre reprodutores foi de 06,86 ± 0,54 %; 10,29 ± 1,61 %; 05,70 ± 1,08 %; 07,10 ± 0,58%; 06,63 ± 1,62 %; 06,03 ±0,44% para os jumentos J1, J2, J3, J4, J5, J6 respectivamente. Os defeitos totais observados foram 14,77 ± 4,14%, e as médias dos reprodutores foram de 18,06 ± 2,37%; 23,58 ± 1,72%; 11,68 ± 2,35%; 12,75 ± 0,95%; 13,92 ± 1,59%; 12,03 ± 0,77% para J1, J2, J3, J4, J5, J6 respectivamente. Foram registradas diferenças entre os reprodutores para defeitos espermáticos maiores, menores e totais (P<0,05).Os valores apresentados no presente estudo podem servir de referencia para exame andrológico de jumentos e para novos estudos conduzidos para a construção de valores de referencia de patologia espermática de asininos.</font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>