ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:13.655-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Saúde Publica e Controle de Zoonoses / Fiscalização Sanitária e Ambiental</b><p align=justify><strong>APOPTOSE E ESTUDO HISTOMORFOMÉTRICO DA RESPOSTA INFLAMATÓRIA NA PELE DE CÃES NATURALMENTE INFECTADOS PELA LEISHMANIA (LEISHMANIA) CHAGASI</strong></p><p align=justify><b><u>Bárbara Laurice Araújo Verçosa </u></b> (<i>Universidade Federal de Minas Gerais</i>); <b>Wagner Luis Tafuri </b> (<i>Universidade Federal de Minas Gerais</i>); <b>Ivete Lopes Mendonça </b> (<i>Universidade Federal do Piauí</i>); <b>Francisco Assis Lima Costa </b> (<i>Universidade Federal do Piauí</i>); <b>Raimundo Nonato Lima Vitorino </b> (<i>Universidade Federal do Piauí</i>); <b>Karina Kelly Meça </b> (<i>Universidade Federal do Piauí</i>); <b>Anilton Cesar Vasconcelos </b> (<i>Universidade Federal de Minas Gerais</i>); <b>Núbia Braga Pereira </b> (<i>Universidade Federal de Minas Gerais</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>Leishmaniose visceral é uma zoonose causada por Leishmania e transmitida por picada do Lutzomyia longipalpis. Neste estudo foram utilizados 75 animais positivos com o objetivo de caracterizar e mensurar a resposta inflamatória e detectar apoptose. Parâmetros morfométricos foram correlacionados com a sintomatologia clinica. O estudo histomorfométrico foi feito manualmente em imagens obtidas de 25 campos histológicos aleatórios em microscópio de luz com objetiva planapocromática de 10x. Histologicamente observou-se nos animais sintomáticos, infiltrado inflamatório multifocal variando de média a severa intensidade. Na análise morfométrica, nos animais sintomáticos, verificou-se um total de 984 focos inflamatórios com uma área média de 2.111,56 &#956;2, perímetro de 255,85&#956; e de diâmetros maior e menor 62,60 e 33,93&#956;, respectivamente. Nos animais assintomáticos, o infiltrado inflamatório quando presente era difuso, variando de mínima a média intensidade. Na análise morfométrica, obteve-se um total de 19.932 focos perfazendo uma área de 8768170,82 &#956;2. Nos animais assintomáticos, obteve-se um total de 6120 focos inflamatórios com área média de 369,28 &#956;2, perímetro de 103,89 &#956; e de diâmetros maior e menor 27,28 e 26,89 &#956;. Pelo TUNEL foi observado marcação em apenas 3 animais sendo 2 assintomáticos e 1 sintomático. Nossos resultados sugerem que os animais sintomáticos possuem uma resposta inflamatória mais intensa quanto comparada aos animais assintomáticos. Apoptose pode está mais ligada à resistência que a susceptibilidade a Leishmaniose visceral. Palavras Chave: pele, cão, Leishmaniose visceral, apoptose. </font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>