ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:11.651-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Tecnologia e Inspeção de Produtos de Origem Animal</b><p align=justify><strong>ANÁLISE DA ROTULAGEM DE PESCADO SALGADO-SECO COMERCIALIZADO NO MUNICÍPIO DO RIO DE JANEIRO, BRASIL</strong></p><p align=justify><b><u>Rodrigo da Rocha Lee </u></b> (<i>Superintendência de Controle de Zoonoses, Vigilância e Fiscalização Sanitária (VISA-Rio)/UFF</i>); <b>Carla Cruz Camarinha </b> (<i>Superintendência de Controle de Zoonoses, Vigilância e Fiscalização Sanitária (VISA-Rio)</i>); <b>Fátima de Jesus Esteves Dias </b> (<i>Superintendência de Controle de Zoonoses, Vigilância e Fiscalização Sanitária (VISA-Rio)</i>); <b>Eduardo de Nigris </b> (<i>Superintendência de Controle de Zoonoses, Vigilância e Fiscalização Sanitária (VISA-Rio)</i>); <b>Vania Kastrup </b> (<i>Superintendência de Controle de Zoonoses, Vigilância e Fiscalização Sanitária (VISA-Rio)</i>); <b>Juliana Niedu </b> (<i>Superintendência de Controle de Zoonoses, Vigilância e Fiscalização Sanitária (VISA-Rio)/UFF</i>); <b>Ismar Araujo de Moraes </b> (<i>Superintendência de Controle de Zoonoses, Vigilância e Fiscalização Sanitária/MFL-UFF/CRMV-RJ</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>O pescado salgado-seco é matéria prima alimentar apreciada pelo consumidor e representa um grande volume de importação para atender o mercado varejista. Entende-se por pescado salgado-seco o produto obtido pela dessecação do pescado íntegro tratado previamente pelo sal (cloreto de sódio), o qual não deve conter mais de 35% de umidade e nem mais de 25% de resíduo mineral fixo total. Este estudo objetivou verificar a adequação da rotulagem existente nas caixas do bacalhau e do pescado salgado seco tipo bacalhau encontrados nos estabelecimentos comerciais da cidade do Rio de Janeiro. Para ser comercializado, o produto deve apresentar sua rotulagem de acordo com a legislação prevista na Instrução Normativa nº 22, de 24 de novembro de 2005, na Resolução RDC nº 360, de 23 de dezembro de 2003 e na Lei nº 10674, de 16 de maio de 2003. Foram considerados 31 rótulos provenientes de embalagens destes produtos encontrados em estabelecimentos do tipo supermercado e mercearia da cidade do Rio de Janeiro no período de janeiro a julho de 2007. Em nosso estudo os dados foram considerados de forma integralizada, não se levando em consideração as espécies originais que deram origem ao pescado encontrado no comércio. Os resultados do estudo demonstram que existem irregularidades relacionadas com a rotulagem do pescado salgado-seco comercializado no município do Rio de Janeiro.</font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>