ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:05.649-2</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Parasitologia</b><p align=justify><strong>ATIVIDADE DA ACETILCOLINESTERASE NO CÉREBRO E CEREBELO DE RATOS WISTAR INOCULADOS COM TRYPANOSOMA EVANSI.</strong></p><p align=justify><b>Cassia Bagolin Silva </b> (<i>UFSM</i>); <b>Patricia Wolkmer </b> (<i>UFSM</i>); <b>Carina Franciscato </b> (<i>UFSM</i>); <b><u>Carolina K. Traesel </u></b> (<i>UFSM</i>); <b>Aleksandro S. Silva </b> (<i>UFSM</i>); <b>Candice Schmidt </b> (<i>UFSM</i>); <b>Juliana Cargnelutti </b> (<i>UFSM</i>); <b>Francine C. Paim </b> (<i>UFSM</i>); <b>Marciélen Pagnoncelliþ </b> (<i>UFSM</i>); <b>Sonia T. A. Lopes </b> (<i>UFSM</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>O Trypanosoma evansi (T. evansi) é um hemoprotozoário flagelado conhecido por causar infecção em vários hospedeiros mamíferos. Distúrbios neurológicos são descritos no estágio final da doença em animais infectados por Trypanosoma evansi. Sinais de déficit sensorial, desorientação, agitação e agressão foram descritos em recente relato de infecção por T. evansi em humanos. No entanto pouco se sabe sobre o efeito da infecção por T. evansi nas atividades neuroquímicas dos hospedeiros. Sendo assim, o objetivo deste experimento foi avaliar a atividade da acetilcolinesterase no cérebro e cerebelo em ratos da linhagem Wistar. Para isso, foram utilizados quinze ratos, linhagem Wistar, machos com 90 dias de idade divididos em três grupos (controle, grupo teste 1 - T1 e grupo teste 2 - T2) com cinco ratos. Os animais pertencentes aos grupos teste T1 e T2 foram inoculados pela via intraperitoneal com 0,2 ml de sangue contendo 104 T. evansi, proveniente de um rato infectado experimentalmente. O grupo controle recebeu 0,2 ml de solução fisiológica pela via intraperitoneal. Após a eutanásia dos animais, a qual foi realizada no grupo T1 no 3º dia pós-infecção (dpi) e no grupo T2 e grupo controle no 5º dia pós-infecção (dpi), foi coletada uma alíquota de sangue intracardiaca para avaliação da parasitemia em câmara de Neubauer, em diluição (1:400) com solução fisiológica. Cérebro e cerebelo foram coletados, pesados e homogeneizados separadamente em solução tampão para posterior avaliação da atividade da acetilcolinesterase. A média de parasitas foi de 104 e 105 por &#61549;L de sangue no 3° e no 5° dpi, respectivamente. Sinais clínicos como apatia e fraqueza foram observados a partir do 4° dpi. A infecção pelo T. evansi até o 5ºdpi não alterou o peso nem a atividade da acetilcolinesterase no cérebro e cerebelo dos animais inoculados quando comparado com o grupo controle. Este estudo demonstra que ratos da linhagem Wistar submetidos à infecção experimental aguda pelo parasito Trypanosoma evansi não demonstram alterações significativas da atividade da acetilcolinesterase no cérebro e cerebelo.</font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>