ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:01.645-2</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Bovinos e Bubalinos: Produção, Reprodução, Clínica e Cirurgia</b><p align=justify><strong>TAXA DE PERMANÊNCIA NO REBANHO E PRODUÇÃO DE TERNEIROS, EM VACAS DE CORTE ACASALADAS AOS 14 E 24 MESES DE IDADE.</strong></p><p align=justify><b>Carlos Santos Gottschall </b> (<i>ULBRA</i>); <b>Leonardo Canali Canellas </b> (<i>ULBRA</i>); <b>Pedro Rocha Marques </b> (<i>ULBRA</i>); <b>Joana Kliemann da Cruz </b> (<i>ULBRA</i>); <b>Petci Martins </b> (<i>ULBRA</i>); <b><u>Marcos Rosa Almeida </u></b> (<i>ULBRA</i>); <b>Hélio Radke Bittencourt </b> (<i>PUCRS</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>O presente trabalho analisou, por um período de até 5 estações de acasalamento e até os 6 anos de idade, a taxa de permanência no rebanho e a produção anual de terneiros de vacas de corte acasaladas aos 14 ou 24 meses de idade. Foram avaliadas informações de 623 novilhas acasaladas aos 14 meses, resultando em 385 primíparas aos 2 anos, que formaram o grupo I (14M); e informações de 449 novilhas acasaladas aos 24 meses, resultando em 423 primíparas aos 3 anos, que formaram o grupo II (24M). As informações das vacas do grupo I (14M) foram processadas por até 5 estações de acasalamento, onde cada vaca poderia ter 1, 2, 3, 4 ou 5 estações de acasalamento, com chances de conceber. No grupo II (24M) a análise foi por até 4 estações de acasalamento, onde cada vaca poderia ter 1, 2, 3 ou 4 estações, com chances de conceber. As fêmeas que não produzissem um terneiro viável eram descartadas e eliminadas do estudo. Na ocasião da primeira estação de acasalamento os animais deveriam ter no mínimo 300 kg em ambas as idades (14M e 24M), sendo nas outras idades manejados em campo nativo para obter no mínimo 2,5 de escore de condição corporal ao parto. Os parâmetros analisados foram: percentual de produção de terneiros, percentual de perdas, percentual de animais vazios, produção de terneiro por vaca parida à 1º estação, percentual de produção de terneiros por vaca acasalada, número inicial de vacas para cada grupo, número final de vacas para cada grupo e taxa de permanência no rebanho, calculada a partir da divisão do número final de vacas sobre o número inicial de primíparas. O percentual de produção de terneiros do grupo 14M e do grupo 24M foi respectivamente, de 65,3% e 69,1% (P<0,05). O percentual de perdas para o grupo 14M e o grupo 24M foi respectivamente de 8,5% e 14,0% (P<0,01). O percentual de animais vazios para o grupo 14M e o grupo 24M foi respectivamente, de 26,2% e 16,9% (P<0,01). O percentual de produção de terneiros por vaca acasalada para o grupo 14M e o grupo 24M foi de 71,4% e 80,3%, respectivamente (P<0,01). A produção de terneiros por vaca primípara na 1º estação de partos foi de 2,68 e 2,05 terneiros para os grupos 14M e 24M, respectivamente, diferindo entre si (P<0,01). O número final de vacas que permaneceram no rebanho até os 6 anos de idade, foi de 88 animais para o grupo 14M e 109 para o grupo 24M, resultando em taxa de permanência de 22,3% e 25,8%, respectivamente (P>0,05). Conclui-se que as fêmeas acasaladas aos 14 meses produziram 0,63 terneiros a mais durante o período de avaliação quando comparadas ao grupo 24M, principalmente pelo ano adicionado devido à antecipação do acasalamento. A taxa de permanência entre os dois grupos não mostrou diferença significativa.</font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>