ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:01.645-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Bovinos e Bubalinos: Produção, Reprodução, Clínica e Cirurgia</b><p align=justify><strong>DESEMPENHO BIO-ECONÔMICO DE VACAS DE CORTE SUBMETIDAS À INSEMINAÇÃO ARTIFICIAL EM TEMPO FIXO (IATF) EM DIFERENTES PERÍODOS PÓS-PARTO</strong></p><p align=justify><b><u>Carlos Gottschall </u></b> (<i>Universidade Luterana do Brasil</i>); <b>Leonardo C. Canellas </b> (<i>Ulbra</i>); <b>Pedro R. Marques </b> (<i>Ulbra</i>); <b>Joana Kliemann Cruz </b> (<i>Ulbra</i>); <b>Marcos Rosa de Almeida </b> (<i>Ulbra</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>O presente trabalho avaliou a resposta reprodutiva e o custo por prenhez de vacas com cria ao pé submetidas à IATF, seguida pelo repasse com touros durante 90 dias. Sessenta e quatro vacas foram divididas em dois grupos (36  Grupo I) e (28  Grupo II), conforme os dias pós parto por ocasião da IATF que ocorreu em 07/12/2007 em todos animais. Os animais do grupo I apresentaram um número de dias pós-parto (DPP) médio de 89,39 dias; enquanto os animais do grupo II, apresentaram um DPP médio de 65,14 dias (p<0,01). As vacas foram submetidas a um protocolo utilizando Progesterona, Prostaglandina F2&#945; e Benzoato de Estradiol e inseminadas em horário pré-determinado. Após cinco dias da realização da inseminação iniciou-se o repasse com touros de fertilidade comprovada na proporção de 1:30 (um touro para cada 30 vacas). O diagnóstico de gestação foi realizado por palpação retal após 40 dias da inseminação artificial e após 60 dias da retirada dos touros. Foram analisados o escore de condição corporal por ocasião da inseminação artificial (ECC-IA), escore de condição corporal por ocasião do diagnóstico de gestação (ECC-DG), taxa de prenhez à inseminação artificial (TP-IA) e taxa de prenhez após o repasse (TP-Final) com touros. Na análise econômica, os parâmetros utilizados foram custo/vaca inseminada (R$), custo final/vaca (R$), custo/prenhez a IATF (R$) e custo/prenhez Final (R$). Os resultados não indicaram diferenças estatísticas para o ECC e taxas de prenhez entre os grupos, sendo as TP-IA e a TP-Final de 42,9% e 91,7% e de 24% e 85,2%, respectivamente para os grupos I e II (p>0,05). Entretanto, a diferença de aproximadamente 19 pontos percentuais na TP-IA entre os grupos determinou um aumento de R$ 65,45 sobre o custo/prenhez IA para grupo II em relação ao grupo I, respectivamente de R$ 148,75 e R$ 83,30, reforçando a idéia de que a taxa de prenhez exerce influência direta sobre o custo/prenhez. A TP-Final resultou em um custo/prenhez de R$ 65,95 e R$ 70,96, respectivamente para os grupos I e II, o que indica que, após o repasse, o custo/prenhez entre os grupos ficou semelhante. Vacas submetidas à IATF em diferentes períodos pós-parto apresentaram diferentes custo/prenhez. A variável custo/prenhez está diretamente relacionada com a taxa de prenhez tanto à IATF quanto após o repasse com touros.</font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>