ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:09.642-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Pequenos Animais: Clínica e Cirurgia</b><p align=justify><strong>EFEITO DE DIFERENTES DOSES DO DECANOATO DE NANDROLONA NO HEMOGRAMA DE RATOS WISTAR HÍGIDOS </strong></p><p align=justify><b>Danieli Brolo Martins </b> (<i>Universidade Federal de Santa Maria</i>); <b>Sonia Trezinha dos Anjos Lopes </b> (<i>Universidade Federal de Santa Maria</i>); <b>Juliana Felipetto Cargnelutti </b> (<i>Universidade Federal de Santa Maria</i>); <b>Débora Cristina Olsson </b> (<i>Universidade Federal de Santa Maria</i>); <b>Carolina Kist Traesel </b> (<i>Universidade Federal de Santa Maria</i>); <b>Roberto Marinho Maciel </b> (<i>Médico Veterinário Autônomo</i>); <b><u>Ana Rita Lancini </u></b> (<i>Universidade Federal de Santa Maria</i>); <b>Marcio Machado Costa </b> (<i>Universidade Federal de Santa Maria</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>Os esteróides anabólicos androgênicos (EAA) são capazes de afetar diretamente o crescimento de células progenitoras hematopoéticas da medula óssea (MO). Doses farmacológicas de andrógenos aumentam a taxa de glóbulos vermelhos, estimulando a produção de eritropoetina ou potencializando sua ação. Dentre os EAA mais conhecidos atualmente na rotina médica veterinária, pode-se citar o decanoato de nandrolona (DN), que estimula a MO a produzir novas células sangüíneas, principalmente nos casos em que há supressão medular leve a moderada. Assim, este estudo objetivou avaliar o efeito de diferentes doses do DN no hemograma de 48 ratos wistar saudáveis, com idade de três meses, machos, pesando entre 210 a 300 gramas, separando-os em 6 grupos de forma aleatória e aplicando dosagens (G1 - controle (solução fisiológica), G2  controle diluente (somente veículo oleoso de origem vegetal), G3  0,42mg kg-1 de DN, G4  1,8 mg kg-1 de DN, G5  4,6 mg kg-1 de DN, e G6  10,0 mg kg-1 de DN.) clinica, intermediárias e supra - clínica do dacanoato de nandrolona durante três semanas consecutivas. Na quarta semana, as amostras sangüíneas foram coletadas por punção cardíaca. Os resultados demonstram que tanto a série vermelha quanto a série branca não tiveram variação significativa entre os valores celulares dos diferentes grupos. Pelos valores obtidos no hemograma, sugere-se que a freqüência de aplicação do fármaco possa ter influenciado a ausência de aumento no número de células sangüíneas em murinos saudáveis. Nas condições em que esta pesquisa foi desenvolvida, conclui-se que as doses de 0,42mg kg-1, 1,8 mg kg-1, 4,6 mg kg-1 e 10,0 mg kg-1 de DN aplicadas semanalmente por quatro semanas em ratos hígidos não estimulam a liberação de células sangüíneas na circulação. Novos estudos deverão ser conduzidos com diferentes intervalos entre doses e parâmetros medulares, como anemia e imunossupressão, a fim de esclarecer melhor ação do medicamento.</font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>