ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:15.641-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Ciências Básicas</b><p align=justify><strong>DESCRIÇÃO ANATÔMICA DO FÍGADO E DA VEIA PORTA-HEPÁTICA EM CÁGADOS (TRACHEMYS SCRIPTA ELEGANS, WIED, 1838)</strong></p><p align=justify><b><u>Henrique Fank Paganotto </u></b> (<i>Centro Universitário de Rio Preto - UNIRP</i>); <b>Rosangela Felipe Rodrigues </b> (<i>Centro Universitário de Rio Preto</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>Introdução: O cágado Trachemys scripta elegans conhecido popularmente como tigre d´água americano ou de orelhas vermelhas, são espécies nativas das regiões alagadas da Flórida nos Estados Unidos. Quanto à morfologia e fisiologia desta espécie, pouco se conhece. Devido a isso a anatomia dos órgãos digestório, foi o objetivo do presente trabalho, principalmente o estudo da veia porta-hepática e seus ramos e a topografia do fígado nestes animais. Material e Método: Para descrição da disposição anatômica e vascular da veia porta hepática foram utilizados 10 cágados, adultos, machos e fêmeas da espécie Trachemys scripta elegans. Os cágados foram doados pelo Zoológico de Bauru, para o Curso de Medicina Veterinária do Centro Universitário de Rio Preto  UNIRP, autorizado pelo IBAMA de acordo com a licença n° 006/02 e processo n. 022012001113/2002-81. Os animais foram anestesiados de acordo com o protocolo de THURMON et al. (1996). Após relaxamento, os animais foram sacrificados, para a injeção de látex, foi removido o plastrão. A musculatura foi removida para a visualização das veias abdominais, pelas quais foram injetados látex 450. Em seguida foram conservadas em formol a 5%, por duas horas, para em serem dissecadas a veia porta  hepática.Para as denominações das estruturas anatômicas foi utilizado a World Association of Veterinary Anatomists. International Committee on Avian Anatomical Nomenclature (Nomina Anatomica Avium, 1993), por não haver uma Nomenclatura Anatômica específica para os répteis. Resultados: Em todas as preparações (100%) o fígado ocupa 1/3 da cavidade pleuraperitonial nestas espécies. Externamente o fígado apresenta uma coloração marrom claro, e dois lobos bem volumosos, separados pelo coração. O coração está aderido ao fígado através do ligamento coronariano (Figura 1). O ventrículo gástrico apresenta-se como uma discreta dilatação do tubo digestório com a curvatura maior voltada para à esquerda e a menor para à direita. A transição com o esôfago é facilmente identificável, assim como a sua transição com o duodeno. Este órgão apresenta-se parcialmente incluso no lobo esquerdo do fígado. A veia porta-hepática apresenta dois locais de penetração na face visceral do fígado, um à direita próximo a vesícula biliar e o outro à esquerda constituindo entre ambos a veia porta-hepática transversa, que recebe da esquerda para à direita as veias gástricas, a veia pancreática duodenal cranial, e o tronco das jejunais que recebe além de variável número das veias jejunais, as veias esplênicas procedentes do baço, e a veia mesentérica cranial e veia mesentérica caudal em todas as preparações (100%) (Figura 2). Variações foram observadas no número das veias jejunais variando de seis até quatorze onde em 11,11% dos casos apresentou a veia pancreática duodenal média, drenando na veia porta-hepática transversa. Em outra variação foi encontrado um vaso (11,11%) drenando do colon seguindo diretamente no fígado. Em 100 % dos casos apresentou uma veia jejunal que se anastomosa, com a veia porta-hepática, anteriormente a drenagem das veias pancreática duodenal caudal. Suporte Financeiro: FAPESP / 07/59452-7 </font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>