ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:13.634-2</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Saúde Publica e Controle de Zoonoses / Fiscalização Sanitária e Ambiental</b><p align=justify><strong>VÍRUS DA RAIVA EM QUIRÓPTEROS NO MUNICÍPIO DE ANAJÁS, ESTADO PARÁ, BRASIL</strong></p><p align=justify><b><u>Lucila Pereira da Silva </u></b> (<i>Laboratório Nacional Agropecuário- Pará</i>); <b>Ofir de Sales Ramos </b> (<i>Laboratório Nacional Agropecuário- Pará</i>); <b>Sheila de Matos Xavier </b> (<i>CGAL/MAPA</i>); <b>Jorge Ribeiro dos Reis </b> (<i>Laboratório Nacional Agropecuário- Pará</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>Introdução Os principais reservatórios do vírus rábico na América Latina são os cães e os morcegos hematófagos [2]. Na região Norte, os Estados do Pará e Rondônia são os que mais registram a ocorrência de raiva humana [3]. O município de Anajás está localizado na mesorregião do Marajó. Considerando as constantes espoliações a humanos por morcegos hematófagos em algumas localidades do Município de Anajás, o serviço de saúde do município iniciou em 2005 o envio de quirópteros para o diagnóstico laboratorial da raiva. Metodologia Foram enviados ao LANAGRO/Pará, entre os anos de 2005 e 2007, 95 quirópteros mortos, entre morcegos hematófagos e não hematófagos, todos capturados durante as atividades de vigilância em diferentes localidades do município. As amostras foram submetidas às provas de Imunofluorescência Direta (IFD) e Inoculação Intracerebral em Camundongos (IICC). Os morcegos enviados foram classificados em dois grupos: hematófagos e não hematófagos, e a partir da positividade seguiu-se a identificação nos mesmos por gênero/espécie [1]. Resultados Do total de 95 quirópteros enviados para análise de raiva entre os anos de 2005 e 2007, 6 foram positivas (6,32%) e 89 negativas (93,68%). Entre os morcegos hematófagos (74), a positividade representou 5,40%(4), e a negatividade foi de 94,60%(70). A positividade entre os morcegos não hematófagos (21), representou 9,52%(2), enquanto a negatividade foi na ordem de 90,47%(19). Os morcegos não hematófagos que resultaram positivos para raiva em 2007 foram identificados como pertencentes aos gêneros Carollya sp e Artibeus sp, já os hematófagos que resultaram positivos (em 2005) foram identificados como sendo Desmodus rotundus . Conclusão O isolamento do vírus da raiva em diferentes localidades do município de Anajás/Pará demonstra a disseminação do vírus entre diferentes espécies de morcegos, sejam hematófagas ou não hematófagas. Este trabalho contribui em muito para o conhecimento da circulação do vírus da raiva na Amazônia, levando-se em consideração as muitas particularidades desta região do Brasil. È fundamental o papel do laboratório de diagnóstico na confirmação da doença, dando o apoio e base para as ações de vigilância tanto na área da saúde quanto na área da agricultura. 1Médica Veterinária, Laboratório Nacional Agropecuário no Pará, Av. Almirante Barroso, 1234- Marco -Belém/PA - CEP: 66093-020. E-mail: lucilapilva@yahoo.com.br 2 Médico Veterinário, Esp. Virologia, Laboratório Nacional Agropecuário no Pará, Av. Almirante Barroso, 1234- Marco -Belém/PA - CEP: 66093-020. E-mail: ofir.ramos@agricultura.gov.br 3 Médica Veterinária, M.S, Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento, Esplanada dos Ministérios, BL. D- Anexo B, S/433 - Brasília/DF - CEP: 70.043-900 4 Médico Veterinário, MS, Laboratório Nacional Agropecuário no Pará, Av. Almirante Barroso, 1234- Marco -Belém/PA - CEP: 66093-020. Bibliografia 1- BREDT, Angélica; CAETANO JUNIOR, Jorge; MAGALHÃES, Edvard D. Chave visual para a identificação de morcegos do Brasil. Jan. 2002. 1 CD-ROM. 2- SANTOS, Marli F. C. et al. Diagnóstico laboratorial da raiva no Estado de Goiás no período de 1976 a 2001. Ciência Animal Brasileira, Goiânia, v. 7, n.1, p. 77-83, jan/mar, 2006. 3- SUS. Informe Epidemiológico do SUS. Vigilância ambiental em saúde e o controle de zoonoses. EDITORIAL. V. 3, n.2, p. 1-8, abr/jun 2004. </font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>