ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:04.633-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Microbiologia</b><p align=justify><strong>PREVALÊNCIA E SUSCEPTIBILIDADE DE BACTÉRIAS VAGINAIS DE OVELHAS APÓS O USO DE ESPONJAS INTRAVAGINAIS</strong></p><p align=justify><b><u>Gabriel Mendes de Souza Martins </u></b> (<i>Universidade Federal Fluminense</i>); <b>Lucas Machado Figueira </b> (<i>Universidade Federal Fluminense</i>); <b>Felipe Zandonadi Brandão </b> (<i>Universidade Federal Fluminense</i>); <b>Bruno Araújo Penna </b> (<i>Universidade Federal Fluminense</i>); <b>Renato Guimarães Varges </b> (<i>Universidade Federal Fluminense</i>); <b>Walter Lilenbaum </b> (<i>Universidade Federal Fluminense</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>Os objetivos desse estudo foram identificar as espécies bacterianas da vagina de ovelhas após o uso de esponjas intravaginais e determinar a susceptibilidade destes isolados aos antimicrobianos. Swabs estéreis foram usados para coletar as amostras da vagina de 22 ovelhas, todas com sinais clínicos de vaginite após o uso das esponjas intravaginais. Procedimentos bacteriológicos padronizados foram utilizados para identificação dos isolados. Bactérias do grupo dos coliformes foram as mais prevalentes, representando 90,9% dos isolados, onde 72,7% foram identificadas como Escherichia coli, e 18,2% como Klebsiella pneumoniae. Dois isolados (9,1%) foram classificados como Staphylococcus aureus, um coco Gram positivo. Todos os isolados apresentaram resistência à pelo menos uma droga testada. Ciprofloxacina e Sulfametoxazol-Tripetoprim foram os agentes antimicrobianos mais ativos, não apresentando nenhuma cepa resistente. Enquanto que as drogas do grupo das penicilinas (Amoxicilina, Ampicilina e Penicilina G) foram as drogas menos efetivas (80-100% de resistência). Esse estudo confirma a presença de bactérias com um grande potencial patogênico na vagina de ovelhas, após o uso de esponjas intravaginais (utilizadas em procedimentos como sincronização e indução do estro). Com predominância de bactérias do grupo dos coliformes que apresentaram uma elevada taxa de resistência aos diversos antibióticos testados. Este trabalho contribui para um melhor esclarecimento sobre a presença das bactérias encontradas na vagina das ovelhas, sua susceptibilidade aos antimicrobianos e sua relação com a inserção das esponjas intravaginais. Colaborando para um tratamento de vaginite mais eficiente, que pode ser causada por estes gêneros bacterianos. </font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>