ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:08.632-3</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Sanidade Animal e Políticas Sanitárias</b><p align=justify><strong>PREVALÊNCIA DE BRUCELOSE EM FÊMEAS BOVINAS, ANALISADAS NO LABORATÓRIO DE MICROBIOLOGIA DO HOSPITAL VETERINÁRIO DA UNIVERSIDADE DE CUIABÁ, MATO GROSSO.</strong></p><p align=justify><b><u>Marilda Oliveira Avila </u></b> (<i>Universidade de Cuiabá</i>); <b>Marcelo Diniz Santos </b> (<i>Universidade de Cuiabá</i>); <b>Fábio Bernardo Schein </b> (<i>Universidade de Cuiabá</i>); <b>Lázaro Manoel de Camargo </b> (<i>Universidade de Cuiabá</i>); <b>Joelson Silva </b> (<i>Universidade de Cuiaba</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>RESUMO A Brucelose bovina é provocada pela bactéria Brucella abortus, sendo uma enfermidade de ocorrência endêmica, caracterizando-se pela ocorrência de aborto no terço final da gestação. Após o aborto muitas vacas apresentam endometrite que interfere com a fertilidade. É uma das zoonoses mais importantes do mundo e também responsável por implicações econômicas que geram barreiras internacionais ao comércio de produtos de origem animal. O objetivo deste trabalho foi determinar a prevalência da brucelose em fêmeas bovinas, efetuando a correlação entre a vacinação e ocorrência da enfermidade. No período de agosto de 2003 a dezembro de 2007 foram recebidas no Laboratório de Microbiologia do Hospital Veterinário da Universidade de Cuiabá, 1630 amostras sorológicas de fêmeas bovinas com idade superior a 24 meses, provenientes de diversos municípios do estado de Mato Grosso. As amostras foram analisadas através da Prova do Antígeno Acidificado Tamponado, realizada e interpretada de acordo com as normas estabelecidas pelo Ministério da Agricultura. Evidenciou-se positividade em 96 (5,9%) dos animais, sendo que a maioria das fêmeas positivas tinha de 24 a 36 meses de idade; considerando a imunidade prévia, apenas 0,2% das fêmeas vacinadas foram positivas. Frente aos resultados obtidos concluiu-se que a vacinação realizada entre 3 a 8 meses é eficiente para proteger as fêmeas contra a infecção pela B. abortus. Torna-se necessária a sensibilização de proprietários e profissionais quanto à importância da Brucelose na economia, uma vez que o prejuízo gerado é muito grande e justifica investimento em vacinação das fêmeas e testes sorológicos para detecção dos animais positivos e afastamento dos mesmos do rebanho, evitando deste modo a disseminação da enfermidade. Palavras-chaves: Prevalência, Brucelose, Bovina, Vacinação </font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>