ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:04.632-2</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Microbiologia</b><p align=justify><strong>LEVANTAMENTO DE BACTERIAS PRESENTES NO CONDUTO AUDITIVO EXTERNO DE CÃES COM SINTOMATOLOGIA CLÍNICA DE OTITE, ATENDIDOS NO HOSPITAL VETERINÁRIO DA UNIVERSIDADE DE CUIABÁ, ESTADO DE MATO GROSSO, NO PERÍODO DE FEVEREIRO DE 2003 A DEZEMBRO DE 2007</strong></p><p align=justify><b><u>Marilda Oliveira Avila </u></b> (<i>Universidade de Cuiabá</i>); <b>Ana Helena Benetti </b> (<i>Universidade de Cuiabá</i>); <b>Lázaro Manoel de Camargo </b> (<i>Universidade de Cuiabá</i>); <b>Joelson Silva </b> (<i>Universidade de Cuiabá</i>); <b>Darci Perecin Nocciti </b> (<i>Universidade Federal de Mato Grosso</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>RESUMO A otite externa é uma afecção de elevada freqüência em cães, perpetuada por diversos agentes patogênicos envolvidos e fatores predisponentes que se relacionam com a infecção. A resposta ao tratamento pode ser complicada devido às etiologias multifatoriais que concorrem para o estabelecimento das lesões, sendo a identificação do agente patogênico de relevante importância ao sucesso terapêutico. O objetivo deste trabalho foi identificar as bactérias mais freqüentemente envolvidas em processos de otite externa bacteriana canina em animais atendidos no Hospital Veterinário da Universidade de Cuiabá que apresentavam alterações clínicas compatíveis. No período de fevereiro de 2003 a dezembro de 2007 foram obtidas 218 amostras dos ouvidos de 109 animais, colhidas por meio de zaragatoa estéril, friccionada à parede do conduto auditivo externo. As amostras foram acondicionadas em caldo BHI  Brain Infusion Heart até chegada ao Laboratório de Microbiologia do Hospital Veterinário da UNIC, onde foram semeadas em placas contendo Ágar Sangue e Ágar MacConkey, incubadas em estufa a 37° C durante 24 a 48 horas. Após o isolamento primário foram utilizadas baterias bioquímicas específicas e testes complementares para identificar a espécie bacteriana em estudo. Evidenciou-se desenvolvimento bacteriano em 82 animais (75%), sendo respectivamente Staphylococcus intermedius (12,8%), Pseudomonas aeruginosa (11,9%), Staphylococcus aureus (11%), Staphylococcus epidermidis (11%), Proteus mirabilis (7,3%), Klebsiella pneumoniae (5,5%), Enterobacter spp. (5,5%), Proteus vulgaris (4,6%) Staphylococcus saprophyticus (1,8%), Streptococcus pyogenes (1,8%) Bacillus spp. (1,8%). Com base nos resultados obtidos conclui-se que as espécies bacterianas supracitadas estão freqüentemente envolvidas em processos de otite bacteriana externa em cães. Palavras-chaves: Otite, Bacteriana, Cães. </font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>