ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:04.632-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Microbiologia</b><p align=justify><strong>MICROBIOTA DA MUCOSA VAGINAL DE FÊMEAS CANINAS CLINICAMENTE SAUDÁVEIS ATENDIDAS NO HOSPITAL VETERINÁRIO DA UNIVERSIDADE DE CUIABÁ, MT.</strong></p><p align=justify><b><u>Marilda Oliveira Avila </u></b> (<i>Universidade de Cuiabá</i>); <b>Lázaro Manoel de Camargo </b> (<i>Universidade de Cuiaba</i>); <b>Ana Helena Benetti </b> (<i>Universidade de Cuiabá</i>); <b>Leandra Fagoti Allarcon </b> (<i>Universidade de Cuiabá</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>RESUMO Para caracterizar uma infecção bacteriana deve-se estabelecer qual a flora normal de uma espécie. As infecções bacterianas do sistema urogenital são freqüentes e geralmente são causadas por bactérias constituintes da flora normal do trato genital inferior. Bactérias envolvidas em quadros de endometrite derivam da microbióta vaginal que ascendem ao útero através da cérvix. Este trabalho teve como objetivo determinar as espécies bacterianas presentes no canal vaginal de fêmeas caninas, sem alterações clínicas perceptíveis no sistema genital externo, atendidas no Hospital Veterinário da Universidade de Cuiabá no período de março a dezembro de 2007. Foram obtidas amostras de 70 animais, colhidas por meio de zaragatoa estéril friccionada á mucosa vaginal interna. As amostras foram mantidas em caldo BHI (Brain Infusion Heart) enviadas ao Laboratório de Microbiologia do HV-UNIC, onde foram semeadas em placas contendo Ágar sangue e Ágar MacConkey, incubadas a 370 C durante 24 horas. Após o isolamento primário foram utilizadas baterias bioquímicas específicas e testes complementares para determinação da espécie bacteriana em estudo. Evidenciou-se presença bacteriana no canal vaginal de 58 animais (82,8%); sendo respectivamente Staphylococcus epidermidis (14,2%), Pseudomonas aeruginosa (11,5%), Proteus mirabilis (11,5%), Staphylococcus aureus (8,6%), Escherichia coli (8,6%), Proteus vulgaris (8,6%), Streptococcus spp. (5,7%), Klebsiella sp. (2,8%), Shiguella sp. (2,8%), Citrobacter sp. (2,8%). Frente aos resultados obtidos podemos concluir que as bactérias supracitadas são encontradas na vagina de fêmeas caninas clinicamente saudáveis, entretanto, alterações no micro ambiente local ou baixa na resistência imunológica do animal, podem determinar quadros patológicos, por serem estas bactérias potencialmente patogênicas. Palavras-chaves: Cadela, Vulva, Vagina, Bactérias. </font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>