ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:09.631-3</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Pequenos Animais: Clínica e Cirurgia</b><p align=justify><strong>DERMATOPATIAS EM PEQUENOS ANIMAIS NA ROTINA CLÍNICA DO HV-ULBRA, CANOAS, RS: UM ESTUDO RETROSPECTIVO</strong></p><p align=justify><b><u>Vanessa Daniele Mottin </u></b> (<i>ULBRA</i>); <b>Cíntia Simões </b> (<i>ULBRA</i>); <b>Fernanda Abilleira </b> (<i>ULBRA</i>); <b>Cláudio Chiminazzo </b> (<i>ULBRA</i>); <b>Victor Hermes Cereser </b> (<i>ULBRA</i>); <b>Maria Tereza Queirolo </b> (<i>ULBRA</i>); <b>Sérgio J. de Oliveira </b> (<i>ULBRA</i>); <b>Cristine Dossin Bastos Fisher </b> (<i>ULBRA</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>As dermatoses pruriginosas representam um dos primeiros motivos de consulta em dermatologia veterinária. Essa freqüência está ligada à diversidade de causas de prurido no cão. As doenças classicamente pruriginosas são sarna sarcóptica, dermatopatias alérgicas, auto-imunes e imunomediadas, algumas dermatites bacterianas e malassezíase. As doenças classicamente não pruriginosas são demodicose, dermatofitose, as dermatopatias hormonais, algumas dermatites bacterianas e os distúrbios seborréicos. A dermatofitose é uma infecção dos pêlos e extrato córneo causada por fungos ceratinofílicos. É comum em cães e gatos, com maior incidência em filhotes, animais imunodeficientes e gatos com pêlo longo. Nos cães as infecções fúngicas podem ser causadas pelos dermatófitos Microsporum sp. e Trichophyton mentagrophytes e pelas leveduras Malassezia pachidermatis e Candida albicans. A cultura fúngica dos pêlos é o único meio de identificar o dermatófito específico. O tratamento utilizado para dermatofitose se baseia na terapia tópica e sistêmica com anti-fúngicos. Os ácaros parasitários mais importantes na clínica de pequenos animais são o Demodex spp., Sarcoptes scabiei var. canis e Notoedres cati. As afecções do sistema tegumentar apresentam grande importância na clínica de pequenos animais, atingindo cerca de 30% da população de carnívoros domésticos que procuram atendimento clínico. Foi realizado um levantamento a partir dos exames encaminhados aos Laboratórios de Parasitologia e de Microbiologia do Hospital Veterinário no ano de 2007, com o objetivo de identificar as causas das dermatopatias em cães e gatos atendidos no HV-ULBRA. Foram encaminhadas 269 amostras para análise, destas, 100% para exame parasitológico de pele, 57,24% para análise micológica e 28,62% para análise bacteriológica. Destes, 19,33% foram positivas para ácaros causadores de sarna, identificando-se na grande maioria Demodex sp. como agente (92,3%). De 154 amostras de pêlos enviadas para pesquisa de fungos e leveduras, 22,72% foram positivas. Na análise bacteriológica foram encontradas 37,7% amostras positivas, com isolamento de Staphylococcus sp., em 93,1% das amostras.</font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>