ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:07.631-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Animais Silvestres e de Cativeiro: Clínica, Cirurgia, Nutrição e Manejo</b><p align=justify><strong>PRESENÇA DE ARCOBACTER CRYAEROPHILUS NA REGIÃO ESOFAGIANA DE ESTÔMAGOS DE JAVALÍS</strong></p><p align=justify><b>Sérgio José de Oliveira </b> (<i>ULBRA</i>); <b><u>Felipe Inácio Vogt </u></b> (<i>ULBRA</i>); <b>Marília Scartezzini </b> (<i>ULBRA</i>); <b>Diego Hepp </b> (<i>ULBRA</i>); <b>Vanessa Danielle Mottin </b> (<i>ULBRA</i>); <b>Celso Pianta </b> (<i>ULBRA</i>); <b>Daniel Thompsen Passos </b> (<i>ULBRA</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2> A população de javalis está em torno de 40.000 no Brasil, distribuídos em menos de 500 criatórios. O javali (Sus scrofa scrofa) é mais resistente a enfermidades, mas são poucas as pesquisas avaliando o estado sanitário desta espécie no Brasil. Há predisposição a determinadas doenças que também ocorrem em suínos, principalmente devido ao manejo estressante. No presente trabalho procurou-se verificar a presença de lesões na região esofágica (pars oesophagea) de estômagos de javalis, visando detectar a ocorrência de úlcera gástrica em animais abatidos em um matadouro, bem como a presença de Arcobacter spp. Tem sido constatado que Arcobacter spp estão presentes em carne suína e nas fezes bem como em fetos suínos abortados, líquido prepucial de cachaços e água de rios. Em javalis as bactérias não foram investigadas. Foram examinados estômagos de javalis abatidos em um matadouro no Rio Grande do Sul, aleatoriamente. Observou-se a pars oesophagea do estômago classificando nos diferentes graus, desde zero (sem lesão), 1 , 2 , 3 e 4 . Foram colhidas amostras e inoculadas em meios de cultura para Arcobacter spp. Os isolados eram confirmados quanto à espécie das bactérias, por testes moleculares. De um lote de 50 animais, foram examinados 24 estômagos, classificando-se as lesões como 14 de grau 1, três grau 2, uma de grau 3 e 6 sem lesão (grau 0), no total de 18 (75%) com algum grau de lesão e 6 (25%) sem lesão. Bactérias foram classificadas como A. cryaerophilus, (de dois estômagos sem lesão, 4 com paraqueratose e 1 com paraqueratose e menos de 30% de ulcerações), no total de 7 (29,16%) isolamentos. Este é o primeiro relato sobre a presença de Arcobacter sp no estômago de javalis. Alerta-se para o estudo de fatores que estejam desencadeando lesões e por conseqüência perdas econômicas nos criatórios, assim como ocorre em suínos. </font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>