ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:02.625-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Ensino</b><p align=justify><strong>CONTRIBUIÇÃO AO ESTUDO DA DETERMINAÇÃO DO TEMPO PARA INSTALAÇÃO DAS ALTERAÇÕES CADAVÉRICAS MEDIATAS EM CÃES (CANIS FAMILIARIS), PROVENIENTES DO MUNICÍPIO DE MACEIÓ - AL. </strong></p><p align=justify><b><u>Annelise Castanha Barreto Tenório Nunes </u></b> (<i>Universidade Federal de Alagoas</i>); <b>Victor Nunes de Lyra </b> (<i>Médico Veterinário Autônomo</i>); <b>Kleber Barros Nunes </b> (<i>Prefeitura Municipal de Maceió</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2>As alterações cadavéricas são aquelas observadas num cadáver e que não tenham ocorrido no animal vivo. A importância de se conhecê-las está na diferenciação das lesões ocorridas em vida e em se estimar o tempo de morte (VASCONCELOS, 1996; BRITO, 2008). O objetivo deste estudo foi avaliar o tempo para ocorrência de cada alteração cadavérica mediata e relacionar os fatores que interferem no seu aparecimento, contribuindo para o fornecimento de dados, que auxiliem nos exames necroscópicos. Foram necropsiados 40 cães provenientes do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) da Prefeitura Municipal de Maceió-AL, no período de março a outubro de 2006. Os animais pertenciam aos grupos P1 (duas horas após o óbito), P2 (quatro horas após o óbito), P3 (seis horas após o óbito) e P4 (oito horas após o óbito), tendo cada um dez animais. Para realizar os exames post-mortem os animais foram colocados em decúbito dorsal e utilizada a técnica de abertura do cadáver preconizada por VASCONCELOS (1996), tendo sido observados e anotados o estado de nutrição, mucosas visíveis, pêlo e pele. Internamente, foi feita abertura sistemática de todas as cavidades e exames de todos os órgãos pertencentes a cada uma delas. À medida que se realizou as necropsias observou-se a ausência e a presença das alterações: algor mortis; livor mortis; rigor mortis; coagulação do sangue; embebição pela hemoglobina; embebição pela bile; meteorismo post-mortem, deslocamento, torção e ruptura das vísceras; e pseudoprolapso retal. As alterações cadavéricas de embebição pela hemoglobina, meteorismo post mortem, deslocamento, torção e ruptura das vísceras, e pseudopoprolapso retal não foram observadas até oito horas após o óbito dos animais; a posição de decúbito lateral dos cadáveres a partir das duas horas de óbito, possibilita a visualização macroscópica da hipostase cadavérica; a partir das oito horas de óbito, o coágulo já se encontra em seu processo de dissolução; a variação da temperatura ambiente entre 22° e 30°C, durante o período de realização das necropsias, não influenciou antecipando ou retardando as instalações das alterações cadavéricas imediatas.</font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>