ÿþ<HTML><HEAD><TITLE>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</TITLE><link rel=STYLESHEET type=text/css href=css.css></HEAD><BODY aLink=#ff0000 bgColor=#FFFFFF leftMargin=0 link=#000000 text=#000000 topMargin=0 vLink=#000000 marginheight=0 marginwidth=0><table align=center width=700 cellpadding=0 cellspacing=0><tr><td align=left bgcolor=#cccccc valign=top width=550><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=3><font size=1>35º Conbravet - Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária</font></font></strong><font face=Verdana size=1><b><br></b></font><font face=Verdana, Arial,Helvetica, sans-serif size=1><strong> </strong></font></font></td><td align=right bgcolor=#cccccc valign=top width=150><font face=arial size=2><strong><font face=Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif size=1><font size=1>ResumoID:09.623-1</font></em></font></strong></font></td></tr><tr><td colspan=2><br><br><table align=center width=700><tr><td>AREA: <b>Pequenos Animais: Clínica e Cirurgia</b><p align=justify><strong>OSTEOSSARCOMA EXTRA-ESQUELÉTICO NA REGIÃO ABDOMINAL DE UM CÃO</strong></p><p align=justify><b><u>Aline Pinto de Pinto </u></b> (<i>Universidade Federal de Pelotas</i>); <b>Vanessa Edon Moraes </b> (<i>UFPel</i>); <b>Graziela Wilhelm </b> (<i>UFPel</i>); <b>Isabel Cristina Pereira </b> (<i>UFPel</i>); <b>Matheus Fernandes </b> (<i>UFPel</i>); <b>Fernanda Xavier </b> (<i>UFPel</i>); <b>Melissa Spader </b> (<i>UFPel</i>)<br><br></p><b><font size=2>Resumo</font></b><p align=justify class=tres><font size=2> Osteossarcoma extraesquelético (OSEE), também chamado de osteossarcoma extraósseo, uma neoplasia mesenquimal maligna, caracterizada por produção osteóide e sem comprometimento ósseo ou do periósteo. É uma enfermidade neoplásica maligna rara em pequenos animais, constituindo em média menos de 2% dos casos de osteossarcoma em cães. Esses tumores acometem tecidos moles, vísceras e glândulas. Geralmente acomete cães idosos, não apresentando predisposição sexual, nem racial. Metástases são comuns, com uma freqüência que varia entre 60 e 85% em cães, porém não são comuns metástases em pulmões. O diagnóstico baseia-se na ausência de evidências físicas e/ou radiográficas de tumor esquelético primário e presença de critérios histopatológicos próprios, representados pela observação de células neoplásicas produtoras de osteóide. O prognóstico para o OSEE em cão é ruim, variando de acordo com a localização tamanho da massa tumoral e ainda do tempo desde a aparição de sinais clínicos até a procura por tratamento. Para a realização do tratamento desta neoplasia, faz-se necessária a ressecção cirúrgica, com margem livres de células tumorais. Um canino, sem raça definida (srd), fêmea, dez anos de idade, foi atendido no Hospital de Clínicas Veterinárias da Universidade Federal de Pelotas apresentando aumento de volume abdominal. Foi realizada laparotomia exploratória, sendo retirada uma massa tumoral e encaminhada para análise histopatológica cujo diagnóstico foi de osteossarcoma extra-esquelético. O animal veio a óbito dois dias após a realização da cirurgia. </font></p></td></tr></table></tr></td></table></body></html>